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Um SIG pode ser entendido como um sistema especializado na modificação e análise de informações geográficas. Atente ao que se diz sobre esta ferramenta, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) O SIG lida com informações georreferenciadas que podem ser divididas em entidades geográficas e atributos.
( ) Em um SIG, a informação geográfica é organizada em camadas ou níveis de informação, consistindo cada uma em um conjunto selecionado de objetos associados e respectivos atributos.
( ) Em SIG, topologia é um conjunto de regras e comportamentos que se estipulam como pontos, linhas e polígonos, e partilham geometrias coincidentes.
( ) Um SIG pode ser útil para gestão de planos municipais de ordenamento do território, inventariação dos recursos naturais e cadastros, por exemplo.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
F, F, F, V.
F, F, V, F.
V, V, V, V.
V, V, F, F.
No que respeita às características geológicas do município de Belo Horizonte, NÃO é correto afirmar:
As sequências metassedimentares paleoproterozoicas encontradas ao longo da crista da Serra do Curral são características de fácies marinha, posteriormente submetidas a metamorfismo de fácies anfibolito que produziu filitos e quartzitos, entre outras litologias.
Entre as formações superficiais que resistiram aos processos erosivos desde o Cretáceo está a canga, resultante da pronunciada cimentação natural das formações ferríferas do Grupo Itabira diante da precipitação de Fe2O3.
O Complexo Belo Horizonte, de idade arqueana, é genericamente constituído de gneisses heterogêneos e localmente foliados ou migmatíticos, e ocorre na maior parte do subsolo rochoso das porções N e NW do município.
Veios de quartzo e rochas intrusivas de natureza basáltica são também encontrados no município, em volume muitíssimo inferior aos do embasamento e das metassedimentares, e podem ter importância hidrogeológica e geotécnica local.
A respeito das unidades que constituem o Supergrupo Espinhaço, NÃO é correto afirmar:
As ocorrências de fosfato associadas a sedimentos químicos deltaicos são provenientes do enriquecimento local da Bacia Espinhaço a partir do intemperismo das rochas magmáticas contemporâneas ao rifteamento continental.
Às sequências aluminosas e ferruginosas da fase rift estão associados os principais depósitos diamantíferos, compreendidos por conglomerados e brechas de leques aluviais costeiros da Formação Sopa-Brumadinho.
Durante o Brasiliano, sistemas de fraturas e extensas zonas de cisalhamento foram originados ao longo da Serra do Espinhaço, os quais estão intimamente relacionados a veios de quartzo e mineralizações auríferas.
Os diamantes encontrados nos depósitos aluvionares da Serra do Espinhaço têm origem nas rochas magmáticas que também produziram os filitos hematíticos da sequência, estes resultantes do metamorfismo de baixo grau de paleolateritas.
Os grandes complexos acamadados de Goiás, conhecidos como complexos de Niquelândia, Barro Alto e Canabrava, hospedam importantes depósitos magmáticos, incluindo depósitos de níquel, bauxita e amianto.
A extensa bacia sedimentar do Amazonas está subdividida nas sub-bacias do Acre, Solimões, Marajó e São Luís, cuja evolução iniciou-se com o soerguimento da cordilheira andina.
A área dos escudos da plataforma sul-americana foi estabilizada ao final do ciclo Brasiliano, no início do período paleozoico, mas, no decorrer do período fanerozoico, sofreu efeitos dos processos orogenéticos que ocorreram na margem oeste e sul da atual placa sul-americana.
Para diminuir o déficit comercial de potássio, além de utilizar as fontes tradicionais (evaporitos), o Brasil deverá tornar exequível o aproveitamento de outros tipos de depósitos com cloreto de potássio ou outros tipos de ocorrências, como, por exemplo, a lavra e o beneficiamento da rocha verdete em Minas Gerais.
No Brasil, o ouro encontrado na mina de Morro Velho, localizada no Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais, hospeda-se na Formação Lapa Seca, Grupo Nova Lima, em uma sequência de sedimentação química intercalada em metatufos intermediários a félsicos. Geneticamente, esse ouro é classificado como magmático singenético.
O território brasileiro foi palco, no passado geológico, de vários eventos vulcânicos de distintas composições e de naturezas explosiva e passiva, distribuídos desde o extremo norte até o extremo sul do país.
O complexo granulítico Anápolis-Itauçu compõe um segmento tectonicamente imbricado às rochas supracrustais da sequência Silvânia e ao grupo Araxá, desenvolvido durante o evento colisional do Brasiliano I, em torno de 650 Ma a 630 Ma.