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Os terremotos são causados pelo acúmulo de energia entre os blocos que deslizam entre si. No exemplo da falha de Santo André, há movimentação de uma placa continental contra uma placa oceânica.
Em seu livro A origem dos Continentes e Oceanos, Wegener dividiu o interior da Terra em domínios concêntricos e explicou as forças que moveriam as massas continentais.
A Bacia de Campos, maior produtora brasileira de óleo, apresenta história de subsidência quase contínua desde o Jurássico Inferior até o presente.
O rifte evolui para a fase de margem passiva quando o fator de extensão ß tende ao infinito.
Na fase principal de abertura dos riftes, ocorre ambiente fluvial, de fan delta e de lago, entretanto não ocorrem sistemas turbidíticos nessa fase.
Os arranjos resultantes da atuação de cisalhamento simples resultam em regiões compressivas, distensivas e transcorrentes. A magnitude dos esforços aumenta progressivamente com o aumento do encurtamento crustal.
Num sismograma é possível observar ondas P, S e L. No caso das ondas P, elas se distinguem das outras porque:
comprimem e distendem os materiais à sua passagem
não se propagam nos líquidos
são ondas transversais
são menos rápidas
A hipótese da tectônica global considera que as placas litosféricas continentais e oceânicas migram lateralmente em função da movimentação das plumas formadas por fluxo calórico.
A cordilheira oceânica é o compartimento fisiográfico do fundo oceânico que foi constituído, predominantemente, pelos processos vulcânicos e tectônicos de formação da crosta oceânica.
Segundo a teoria tectônica de placas, a litosfera terrestre é composta por placas tectônicas que sofrem deslocamentos lentos e contínuos. Como conseqüência dessa deriva, os continentes fragmentam-se e juntam-se em ciclos ao longo do tempo geológico.
A abertura e o fechamento de bacias oceânicas, conhecida como ciclo de Wilson, idealiza a teoria de expansão do assoalho oceânico, iniciando-se com uma ruptura de massa continental.
Na zona de subducção do tipo Himalaia, há o consumo de litosfera oceânica sob litosfera continental, o que acarreta intensa atividade vulcânica e sísmica.
Na evolução do rifte, após a fase principal de acumulação de sedimentos terrígenos, passa a predominar a subsidência termoflexural, que pode representar mais de 60% da subsidência total.
O regime tectônico atual, que ocorre no grupo de bacias em apreço, é do tipo transcorrente levemente extensional.
A classificação de Kingstom e outros de 1983 propõe um sistema de codificação dos eventos tectônicos formadores e modificadores da bacia.
Nas bacias do tipo foreland, há predomínio de subsidência mecânica e térmica na região frontal de zonas de confronto de placas.
Bacias sedimentares podem ser formadas em regimes tectônicos distencionais e compressionais.
A Bacia de São Paulo foi originada em decorrência de rearranjos isostáticos ligados à evolução tectônica da Serra do Mar. Nessa bacia, não ocorrem efeitos tafrogênicos.
A estrutura interna da Terra é compartimentada em camadas concêntricas — núcleo, manto e crosta. Os limites entre as camadas são identificados por meio de sondagem rotativa profunda.
O conceito de neotectônica inclui os processos recorrentes que atuam desde o limite Cretáceo-Paleógeno e, em geral, são representados por reativações normais de planos de fraqueza existentes.