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No domínio de rifteamento por cisalhamento puro, a subida da astenosfera é inversamente proporcional ao fator .
Na fase principal de rifteamento, há formação de horsts e grabens com blocos elevados e rebaixados. Nessa fase, a subsidência mecânica regional é dominante.
Os limites das placas tectônicas podem ser divergentes, convergentes e conservativos. Como exemplo de limite conservativo tem-se a margem continental brasileira, onde não há colisão de placas tectônicas com fossas oceânicas ou províncias vulcânicas.
Considere a fronteira de uma placa continental com uma placa oceânica. As ocorrências mais comuns numa fronteira de placas deste tipo são:
cadeias de montanhas de origem vulcânica, paralelas à costa, no centro do continente
arcos de ilhas de origem vulcânica, paralelas à costa, no centro do continente
arcos de ilhas de origem vulcânica, perpendiculares à costa e próximos dela
cadeias de montanhas de origem vulcânica, paralelas à costa e próximas dela
Representam a camada sólida externa do planeta a crosta continental, que corresponde às áreas continentais emersas, e a crosta oceânica, que constitui os assoalhos oceânicos.
A principal atividade geológica observada nas zonas de cadeias mesooceânicas é o vulcanismo de composição toleítica (do tipo MORB).
No desenvolvimento de um sistema transcorrente, o eixo de máximo esforço compressivo é horizontal e paralelo/subparalelo ao deslocamento entre os blocos, enquanto o de menor esforço é vertical.
Na fase drifte da evolução das margens passivas do tipo atlântica, o fator de extensão $ é próximo a 1. Em geral, nesse estágio predomina a subsidência termoflexural.
A teoria da Tectônica Global trouxe subsídio ao conceito da expansão do assoalho oceânico formulado por Harry Hess da Universidade de Princeton (EUA). Com base em estudos geológicos e geofísicos disponíveis na época, o autor propôs que a expansão do fundo oceânico estaria relacionada aos processos de convecção no interior da terra. De acordo com o modelo de Hess, a deriva continental e a expansão do fundo oceânico são uma conseqüência das:
Correntes de Convecção.
Derivas Oceânicas.
Zonas de Subducção.
Zonas peleogeofisicas.
A origem da Teoria de Placas surgiu no inicio do século XX com os trabalhos do cientista alemão Alfred Wegener, que se dedicou a estudos metereológicos, astronômicos, geofísicos e paleontológicos. Durante a sua vida, estudando um mapa-múndi, Wegener observou que as costas da América do Sul se encaixavam com a África e que todos os continentes, se aglutinados, formariam um megacontinente. A este megacontinente Wegener denominou:
Gondwana
Cambriano
Pangea
Mississipiano
Na fase principal de atividade da subsidência mecânica, o F3 do conjunto de tensores é vertical.
O magmatismo associado aos estágios iniciais da evolução de riftes continentais é do tipo bimodal, sendo comuns os termos andesíticos e dacíticos.