

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A cassiterita é um mineral:
com cálcio na sua composição química.
da classe dos sulfetos.
de baixa dureza.
de cor vermelha.
encontrado em veios.
Ouro, pirita rica em As, arsenopirita e galena constituem associação mineralógica freqüente nos veios de quartzo hospedeiros do minério em depósitos de ouro orogênicos e podem ser distinguidos por meio de estudo minerográfico. Entre as propriedades diagnósticas, destacam-se caráter isótropo do ouro e da galena, a forte anisotropia da pirita e da arsenopirita, as diferenças de cor dos minerais sob nicóis paralelos, a clivagem octaédrica da galena e a seguinte ordem crescente de dureza: ouro, arsenopirita, galena e pirita.
A análise química quantitativa de concentrações de ouro em amostras de minério, amostras com baixo teor de Au e amostras de material estéril pode ser feita empregando-se a técnica de fire assay, cujas vantagens incluem a capacidade de utilização de maior quantidade de amostra para análise, em relação a outros métodos de análise de Au, o que reduz substancialmente os erros de dosagem decorrentes de subamostragem.
A sucessão paragenética do minério no depósito de urânio de que trata o texto, identificada por meio de estudo em microscópio petrográfico de luz transmitida, pode compreender torbernita, autunita e uranofana como minerais primários e uraninita e petchblenda como minerais supergênicos.
Blenda, piroxênio, olivina, gabro, itabirito e dolomita são, respectivamente, classificados como:
mineral, mineral, mineral, rocha, rocha e mineral
mineral, rocha, mineral, mineral, rocha e mineral
mineral, mineral, rocha, rocha, rocha e mineral
rocha, rocha, mineral, rocha, rocha e mineral
Os processos de cimentação, infiltração mecânica de argilas, dissolução, substituição, recristalização e precipitação de películas de óxido são mecanismos aditivos e funcionam no sentido de obliterar a porosidade original em sedimentos terrígenos.
A seqüência supracrustal descrita é propícia para hospedar mineralização epigenética de manganês.
Kinzigitos, leptinitos, gnaisses e migmatitos são rochas possíveis de constituir o complexo metamórfico da região.
Marque a afirmativa falsa nas frases abaixo.
A gemologia pode ser considerada um ramo da mineralogia.
O quartzo incolor é usualmente denominado cristal de rocha.
As gemas podem ser naturais ou obtidas em laboratório.
O rubi sintético não foi obtido ainda em laboratório.
As gemas sintéticas são produzidas de tal forma a reproduzir, em laboratório, as gemas de ocorrência natural.
A seqüência de rochas mineralizadas pode ser constituída, respectivamente, por quartzo-clorita xisto carbonoso e paragnaisse, tendo este a seguinte composição modal: 65% de quartzo, 15% de ortoclásio, 15% de plagioclásio An30, 3% de almandina e 2% de biotita.
O espectrômetro de massa de alta resolução com fonte de plasma indutivamente acoplado pode ser utilizado para determinação de razões isotópicas de chumbo em amostras da área mineralizada e das adjacências, visando à investigação da história evolutiva dos fluidos na bacia sedimentar descrita, bem como à identificação de potenciais áreas mineralizadas em urânio.
O conjunto de propriedades apresentadas na tabela permite sugerir que os grupos A e F podem ser constituídos de diamante. Entretanto, são necessárias análises complementares para eliminar a possibilidade de o grupo A compreender vidro.
As rochas encaixantes podem consistir de quartzito, anfibolito, ortognaisse e quartzo-biotita-granada xisto.
O conjunto E corresponde a espinélio sintético, produzido por técnica de crescimento de cristais que inclui fusão em chama, dentro de forno apropriado, de pó de material cuja composição química é de espinélio.
O diamante, quando não montado em jóia, pode ser facilmente distinguido de quartzo e topázio incolor pelo uso da balança de densidade e do refratômetro.
Independentemente da composição da rocha-fonte, a ascensão do diamante deu-se certamente por meio de kimberlito diamantífero, rocha ígnea ultrabásica potássica rica em componentes voláteis, especialmente CO2, que ocorre em núcleos cratônicos arqueanos.
No minério, associam-se dois tipos de minerais: o mineral de ganga, que é o que lhe confere valor econômico, e o mineral minério, que não apresenta valor econômico.
A presença de duas micas magmáticas no biotita-muscovita granito é coerente com contribuição de material crustal para a formação do magma granítico.
As intrusões do biotita granito e do dique de aplito foram determinantes para a gênese da mineralização de esmeralda a que se refere o texto.