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O processo de vulcanismo resulta em diversos produtos, que apresentam diferentes características físicas.
São características do vulcanismo, EXCETO:
Lahar.
Fumarola.
Materiais piroclásticos.
Siltito.

SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. p.318.
A Figura acima representa um mapa de isópacas cumulativas (equidistância entre as curvas de 500 metros) de rochas sedimentares sotopostas aos derrames basálticos da bacia do Paraná, onde se verifica que a
profundidade máxima do topo do embasamento está entre 3000 e 4000 metros.
profundidade máxima do topo do embasamento é menor do que 3000 metros, na porção central da bacia.
espessura total dos derrames basálticos é menor na porção central da bacia.
espessura total das sucessões mais novas do que os derrames basálticos está entre 3000 e 4000 metros.
espessura total das sucessões mais antigas do que os derrames basálticos é maior do que 3000 metros.
Em um ambiente do tipo barreira-laguna com sedimentação carbonática, os depósitos lagunares são, predominantemente, do tipo
bindstone e packstone
boundstone e grainstone
grainstone e packstone
mudstone e wackstone
packstone e boundstone
Qual das situações descritas abaixo NÃO apresenta características propícias a um reservatório?
Basaltos vesiculares fraturados
Evaporitos interestratificados
Arenitos moderadamente selecionados
Conglomerados estratificados
Carbonatos com porosidade secundária
As bacias de retroarco são formadas em limites de placas
divergentes
convergentes
transtrativos
transformantes
transpressivos

NICHOLS, G. Sedimentology and Stratigraphy. 2nd. Edition. Oxford, Wiley-Blackwell, 2009. p. 365. Adaptado.
Na Figura acima, está representado um padrão de empilhamento estratigráfico
agradacional, devido a um equilíbrio entre as taxas de acomodação e de aporte sedimentar
agradacional, devido a uma taxa de aporte sedimentar superior à taxa de acomodação
progradacional, devido a uma taxa de acomodação superior à taxa de aporte sedimentar
progradacional, devido a uma taxa de aporte sedimentar superior à taxa de acomodação
retrogradacional, devido a uma taxa de acomodação superior à taxa de aporte sedimentar
O mapa de fácies sedimentares abaixo ilustra o ambiente deposicional atual da plataforma continental central do Estado da Bahia. Os constituintes sedimentares mostram padrões bem distintos de sedimentação, podendo haver uma previsibilidade de sua ocorrência.

FREIRE, A.F.M.; DOMINGUEZ, J.M.L. A sequência holocênica da plataforma continental central do Estado da Bahia. Boletim de Geociências da Petrobras, v. 14 (2). 2006. p. 262. Adaptado.
Com base nesse mapa, verifica-se que
a presença de lama siliciclástica em frente às desembocaduras do Rio de Contas e do Rio Cachoeira evidencia que a deriva litorânea é intensa e que possui sentido de dispersão W-E.
a presença desse conjunto de fácies carbonáticas sugere que a superfície de inundação máxima ficou bem próxima à linha de costa nos últimos 5 mil anos, período de máxima transgressão.
a sedimentação mista, composta por sedimentos de natureza siliciclástica e carbonática, sugere um intenso aporte fluvial e expressiva progradação sedimentar sobre a plataforma continental.
a lama siliciclástica trazida pelos rios aumenta a turbidez da água, inibindo o crescimento de rodolitos e das algas coralináceas, reduzindo, portanto, a presença de cascalho bioclástico próximo às desembocaduras fluviais, onde ocorre a lama siliciclástica.
os deltas do Rio de Contas e do Rio Almada são os responsáveis pela alta taxa de sedimentação observada na plataforma, através da formação de uma extensa malha de barras, formadas por cascalho bioclástico.
A sequência Pré-Rifte Juro-Cretácea da Bacia do Recôncavo é composta por uma sucessão de arenitos finos a grossos, por vezes conglomeráticos, intercalados a seções lamosas avermelhadas, característica dos redbeds jurássicos.
Os ambientes sedimentares que melhor identificam essa sequência deposicional na Bacia do Recôncavo são:
Três grandes ciclos flúvio-deltaicos (Mb. Boipeba da Fm. Aliança; Fm. Sergi; e Fm. Água Grande), intercalados a transgressões marinhas de caráter regional (Mb. Capianga da Fm; Aliança; e Fm. Itaparica)
Três grandes ciclos flúvio-deltaicos (Mb. Capianga da Fm. Aliança; Fm. Sergi; e Fm. Água Grande), intercalados a transgressões lacustres de caráter regional (Mb. Boipeba da Fm. Aliança; e Fm. Itaparica)
Três grandes ciclos flúvio-eólicos (Mb. Boipeba da Fm. Aliança; Fm. Sergi; e Fm. Água Grande), intercalados a transgressões lacustres de caráter regional (Mb. Capianga da Fm. Aliança; e Fm. Itaparica)
Três grandes ciclos flúvio-eólicos (Mb. Boipeba da Fm. Aliança; Fm. Sergi; e Fm. Água Grande), intercalados a três transgressões lacustres de caráter local (Fm. Candeias; Fm. Itaparica e Fm. Pojuca)
Dois grandes ciclos fluviais (Membros Afligidos e Boipeba da Fm. Aliança), intercalados a transgressões marinhas de caráter local (Fm. Sergi; Fm. Água Grande; e Fm. Itaparica)
Carbonatos microbiais são produzidos pela interação entre crescimento microbial, metabolismo, características superficiais das células e com substâncias extracelulares poliméricas (EPS).
Os microbialitos são depósitos
microbiais bentônicos laminados.
microbiais bentônicos não laminados, caracterizados por uma enigmática fábrica macroscópica coagulada.
microbiais planctônicos laminados, caracterizados por uma enigmática fábrica macroscópica coagulada e ligada por partículas minerais.
organosedimentares, que são acrescidos como um resultado da ação de uma comunidade microbiana bentônica que apreende e liga partículas sedimentares detríticas e/ou promove a precipitação química mineral.
orgânicos, que são acrescidos como um resultado da ação de uma comunidade microbiana planctônica que apreende e liga partículas sedimentares e químicas e/ou promove a decantação mineral.
No registro estratigráfico da Bacia de Sergipe-Alagoas,
sucessões sedimentares neojurássicas, incluindo depósitos glaciais, estão representadas na Fase Sinéclise.
depósitos lacustres e fluviais neocretácicos caracterizam a Fase Pré-Rifte.
não há magmatismo associado à Fase Rifte, de idade cretácea.
a Fase Pós-Rifte, de idade Alagoas, é representada por depósitos de ambientes marinhos rasos e profundos.
a sedimentação marinha cenozoica é caracterizada por sucessões dominantemente retrogradacionais, durante a Fase Drifte.
Com relação à petrogênese e petrografia sedimentar, identifique entre as alternativas abaixo, aquela cujo conceito expresso está errado (INCORRETO):
Conforme Krynine (1948), cerca de vinte espécies mineralógicas compõem 99% das rochas sedimentares.
O nome de uma rocha sedimentar surge de sua descrição; ou seja, das suas propriedades físicas (fundamentalmente a granulometria) e propriedades mineralógicas e químicas (composição), levando em consideração sua identificação genética (clástica, química ou orgânica). Portanto, nomes mais bem descritivos são mais completos.
Em termos petrográficos, se os clastos de um sedimento apresentam-se do tamanho de areia, então a rocha denomina-se: areia (quando inconsolidada) ou arenito (quando litificada). Se os clastos são predominantemente quartzosos, a rocha é denominada arenito quartzoso; e se houver mistura de feldspato, a rocha é denominada arenito arcosiano ou, simplesmente, arcósio; já, quando a rocha for composta por uma mistura de areia, silte e argila, então denomina-se de graywacke (grauvaca).
As rochas sedimentares de gênese química, às vezes são agrupadas e referidas como rochas sedimentares não-clásticas. Elas são compostas por minerais que se cristalizam a partir de íons precipitados em uma solução aquosa saturada, por causa da evaporação das águas; por essa razão são denominadas genericamente por “evaporitos”; tendo como exemplos: calcirruditos, bioesparitos, lutitos e calcários, entre outras rochas.
Para Mendes (1984), existem três grupos de ambientes de sedimentação: o continental, o de transição e o marinho.
É considerado um ambiente de sedimentação marinho:
Lacustre.
Praia.
Recife.
Glacial.
Leia o trecho a seguir:
“[Esse ambiente de sedimentação] abrange, atualmente, bacias de profundidades e tamanhos diversos, esparsas pelo interior dos continentes. Na maioria dos casos eles contêm água doce, mas podem conter também água salgada. Essas bacias são, geralmente, chamadas de lagos; às vezes, de lagoas ou até de mares (...). Sua duração em relação ao tempo geológico pode ser muito efêmera ou relativamente longa. [Tais ambientes atuais] ocorrem em terras baixas, em montanhas, em climas temperados, tropicais, áridos semiáridos e glaciais”.
Fonte: MENDES, J.C. Elementos de estratigrafia. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1984. p. 157.
O fragmento extraído de Mendes (1984), REFERE-SE ao ambiente de sedimentação:
Glacial.
Lacustre.
Deserto.
Fluvial.
Constituem aspectos característicos de bacias intracratônicas do tipo sag, EXCETO
apresentam comumente depósitos sedimentares fluviais e lacustres.
desenvolvem-se segundo baixas taxas de subsidência.
ocupam amplas áreas continentais.
são largas e rasas.
são abundantes os sedimentos marinhos profundos.
No registro estratigráfico da Bacia de Campos, os basaltos eocretácicos da Formação Cabiúnas e os evaporitos albianos da Formação Retiro estão inseridos na
Fase Rifte, apenas
Fase Pós-Rifte, apenas
Fase Rifte e na Fase Pós-Rifte, respectivamente
Fase Rifte e na Fase Drifte, respectivamente
Fase Pós-Rifte e na Fase Drifte, respectivamente
Sobre os depósitos costeiros, sabe-se que
arenitos maturos, quartzosos e ricos em bioclastos, com estratificações cruzadas de baixo ângulo, caracterizam os depósitos praiais.
barreiras retrogradacionais se formam quando o aporte de sedimentos supera a erosão pela ação das ondas.
depósitos lamosos, com assembleias fossilíferas constituídas por organismos não tolerantes a condições hipersalinas, são típicos de ambientes lagunares.
estruturas sedimentares do tipo acamamento flaser e lenticular são características da sedimentação em canais de maré.
planícies de maré exibem espessos pacotes de arenitos com estratificações cruzadas do tipo “espinha-de-peixe”.