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A estrutura das formações rochosas nem sempre é evidente à primeira vista, principalmente quando recoberta pelo manto de intemperismo e cobertura vegetal. A cartografia geológica representa um dos melhores métodos para determinar a relação entre as rochas e os processos, sendo então os mapas geológicos a chave para compreender a história geológica de uma região.
Com base na figura apresentada a seguir, onde A representa a seção geológica XY do mapa geológico B, é correto afirmar:

1 granito; 2 arenito; 3 calcário; 5 dolomito; 6 ardósia.
← → setas divergentes no 3 calcário;
→ ← setas convergentes no 5 dolomito.
Com exceção do estrato 1 do granito, todas as demais rochas da região são sedimentares, sendo o estrato do arenito 2 e o estrato da ardósia 6 considerados rochas sedimentares clásticas e o estrato do calcário 3 e o estrato do dolomito 5 considerados rochas sedimentares químicas.
O granito, que representa o estrato 1 da seção geológica, é uma rocha ígnea, plutônica, de textura fanerítica e caracteriza o substrato geológico da região.
O arenito, que representa o estrato 2 da seção geológica, é a unidade geológica mais antiga da região e aparece sobreposto ao calcário.
As setas divergentes que aparecem no estrato 3 do calcário representam um dos flancos de uma sinclinal, enquanto as setas convergentes que aparecem no estrato 5 do dolomito representam um dos flancos de uma anticlinal.
Todas as rochas mapeadas dos estratos 1, 2, 3, 5 e 6 afloram na superfície do terreno.