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A última década do século XIX e a primeira década do século XX são marcadas pela expansão do poder político paulista e de seu braço armado (a Força Pública) na Federação. Esse projeto continuado de reforma da Polícia atravessa sucessivos mandatos de Presidentes do Estado e resulta no salto organizacional da Força Pública, que adquire contornos precisos de um ”Pequeno Exército Paulista”. São manifestações desse projeto de utilizar a Força no cumprimento de tal projeto de poder:
a organização de amplo e moderno serviço médico, apto a atender suas futuras necessidades de campanha e a implantação dos novos aquartelamentos, projetados por Ramos de Azevedo.
a criação dos novos aquartelamentos do Batalhão “Tobias de Aguiar” e Regimento de Cavalaria, projetados por Ramos de Azevedo, e da Capelania Militar, criada com o fito de levar assistência espiritual aos policiais militares em missão por todo o território nacional.
a criação dos novos aquartelamentos do Batalhão “Tobias de Aguiar” e Regimento de Cavalaria e a implantação dos fundamentos das telecomunicações, utilizadas pioneiramente na Campanha de Goiás pelo civil (depois nomeado tenente) Manoel de Jesus Trindade.
a organização de amplo e moderno Hospital Militar, apto a atender suas futuras necessidades de campanha, e a criação do serviço de subsistência, medidas essas que erradicaram a tuberculose do seio da Instituição.
a implantação dos primórdios da aviação militar e do paraquedismo, pioneiros no Brasil, como recursos capazes de dotar as operações bélicas de recursos modernos e velozes.