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o discurso apocalíptico da “destruição mútua inevitável” não era apenas retórico, pois gerações inteiras viveram sob a ameaça de guerra iminente, enquanto as superpotências treinavam seus exércitos em guerras locais
o discurso apocalíptico da “destruição mútua inevitável” era retórico, pois não haveria uma guerra nuclear iminente, já que as superpotências não incentivavam as disputas internas em suas áreas de influência
o discurso apocalíptico da “destruição mútua inevitável” era retórico, pois foi um período de paz, com as antigas colônias adotando os modelos socialista e capitalista de forma livre e pacífica
o discurso apocalíptico da “destruição mútua inevitável” era retórico, pois não havia o perigo de uma guerra nuclear mundial – as superpotências aceitaram a distribuição global das forças e das áreas de influência, ao fim da 2ª Guerra Mundial
o discurso apocalíptico da “destruição mútua inevitável” não era retórico, pois havia um perigo de guerra nuclear iminente, devido a não aceitação, pelas superpotências, da distribuição global das forças e das áreas de influência ao fim da 2ª Guerra Mundial