“Com certeza, em todos os cantos do Brasil colonial, a escravidão tornou-se o marco principal pelo qual se media a sociedade como um todo.”
(John Manuel Monteiro. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo)
Considerando o fragmento e o tema, é possível afirmar que a escravidão
é parte estrutural da sociedade, no Brasil, com implicações na economia, na política e nas demais relações sociais no país, desde a colônia e Império, com implicações na República e no tempo presente.
foi evitada na maior parte da história do país, sobretudo no período do Império, no qual a elite agrária abriu mão desse tipo de relações de trabalho em nome da unidade e da visão liberal, predominante nesse período.
esteve ausente durante os períodos colonial e império, uma vez que as relações e as pressões comerciais dos países liberais foram fundamentais para os acordos que extinguiram a mão de obra escrava no país.
perdurou no país entre os anos de 1822 até 1889, encontrando no período do Brasil monárquico seu auge, após quase não ser utilizado como instrumento de dominação econômica durante o período colonial.
é uma instituição, no país, que se concentrou em algumas regiões do território nacional, sobretudo em regiões com maior avanço econômico, como a sudeste, que necessitaram dessa mão de obra para a industrialização.