De acordo com Silva & Silva, durante o Século XX, a Historiografia repensou sobre o que até então se entendia como documento. Tal problematização permitiu a diversificação do que se entendia como fonte na pesquisa Histórica.
(SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. 2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2009.)
Sobre o uso das fontes Históricas pela História Social e/ou pela História Cultural, é INCORRETO afirmar:
A Literatura passou a ser utilizada como fonte histórica do e sobre o passado, sendo tomada em seu sentido literal, ao se referir a um contexto historicamente determinado.
As fontes orais centram-se na realização de entrevistas gravadas com indivíduos que participaram de, ou testemunharam, acontecimentos e conjunturas do passado e do presente.
Os historiadores que trabalham com cinema definiram dois campos de abordagem: o filme como documento do presente em que foi construído e o filme como representação do passado.
As fontes audiovisuais e musicais ganham crescentemente espaço na pesquisa histórica. Do ponto de vista metodológico, são vistas pelos historiadores como fontes primárias novas, desafiadoras, mas seu estatuto é paradoxal.
A preocupação com o documento é uma das primeiras e principais questões postas ao historiador, e trabalhá-lo em sala de aula ajuda a formar novas gerações capacitadas a pensar, refletir e construir novas fontes para a interpretação das sociedades.