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Leia o excerto a seguir.
“O Comércio Colonial Interno, tanto o sistema que fornecia gêneros básicos a mercados de cidades quanto o sistema de longas distâncias que transportava prata, têxteis, e especialidades regionais, requeria meios de articulação. Já mencionamos aquelas instituições, como leilões do governo e privados, pósitos e alhóndigas, corporações de comerciantes e de artesãos, e comerciantes e negociadores menores que juntavam pequenas quantidades de artigos valiosos nos mercados de aldeias para expedi-los para estabelecimentos maiores nas cidades.”
MACLEOS, M. J. Aspectos da economia interna da América Espanhola Colonial: Mão de obra,
tributação, distribuição e troca. In: BETHELL, L (org.) HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA. História da
América Latina/América Latina Colonial. 2. ed. São Paulo, SP: Brasília, DF: USP, Fundação Alexandre
de Gusmão, 2012. p. 262.
De acordo com o autor, do excerto acima, os mecanismos de troca predominantes na América hispânica eram os (as)
feiras comerciais urbanas, com local, período e administração interna reguladas por legislação e inspetores locais.
Cabildos regionais, fiscalizados pelos homens bons, latifundiários que exploravam o trabalho indígena através da encomiendas.
feitorias coloniais, localizadas nos portos de embarque que eram regulamentadas pela carta de contratación, expedida na Cidade do México.
intendências metropolitanas, instaladas nos vice reinos, supervisionadas pelos chapetones, descendentes de espanhóis nascidos na colônia.