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Em 1945, a Europa exibia as marcas da destruição, as antigas potências europeias, França, Inglaterra e Alemanha, estavam arrasadas e mostravam-se incapazes de exercer qualquer tipo de hegemonia. Os grandes vencedores, na verdade, eram os Estados Unidos e União Soviética que emergiram como superpotências. O mundo acabou dividido em duas zonas de influência, alinhadas a cada uma das superpotências. Toda a política internacional passou a girar em torno dessa relação bipolar. Sobre esses efeitos desses acontecimentos na história, marque a alternativa incorreta:
Por volta dos anos de 1970, as duas superpotências haviam acumulado tanto poder destruidor que, cada uma delas, sozinha, poderia desintegrar várias vezes o mundo. Mas a Paz repousava nesse precário equilíbrio de forças. Contudo, tamanha capacidade de destruição não bloqueava as possibilidades de nova guerra mundial, pois os novos líderes estavam dispostos a sacrificar seus próprios países pela hegemonia.
Ao término da guerra, as perdas humanas e materiais eram incomensuráveis. As batalhas haviam sido arrasadoras, principalmente pelo fato de terem sido impulsionadas por máquinas. A produção da indústria bélica foi vital para o êxito nas batalhas.
A guerra fria, porém, não impedia conflitos localizados; pelo contrário, eles faltariam nesse período. Seriam estimulados pela tensão existente entre as grandes potências e assumiriam constantemente proporções de ameaça à paz mundial.
A bipolarização do poder mundial que vigorou desde o fim da segunda guerra mundial até o final da década de 1980, manteve o mundo em permanente tensão, embora sem provocar confrontos armados diretos entre as duas potências, esse período é conhecido como Guerra Fria.