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[...] Duarte Coelho “veio com uma frota de navios que armou à sua custa, em a qual trouxe sua mulher e filhos e muitos parentes de ambos, e outros moradores”. No início enfrentou os indígenas e os franceses, perdeu gente, mas conseguiu ter êxito na colonização. [...] a causa do progresso da capitania de Duarte Coelho “por residir continuamente nella o mesmo Capitão que a conquistou, e ser mais frequentada de navios deste Reino por estar mais perto delle que cada huma das outras”.
COSENTINO, Francisco Carlos. Construindo o Estado do Brasil: Instituições, poderes locais e poderes centrais. In: FRAGOSO, João & GOUVÊA, Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial. Volume 1, 1443-1580. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 538.
A capitania de Pernambuco, segundo o texto, foi uma das capitanias cuja colonização “vingou” em razão
da força dos seus moradores, o que lhe favoreceu vencer indígenas e franceses.
da presença constante do capitão donatário e de sua distância em relação ao reino.
de possuir sua própria frota, facilitando a comunicação e o comércio com o Reino.
de Duarte Coelho possuir recursos para custear sua vinda para a colônia e trazer toda sua família.