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“Uma análise mais completa da população paranaense, no período colonial, quanto ao seu número, distribuição e composição, pode ser efetivada através de algumas fontes primárias [...] constituídas, sobretudo, pelos registros paroquiais e pelos recenseamentos coloniais [...]”. In: BALHANA, Altiva Pilatti; MACHADO, Brasil Pinheiro; WESTPHALEN, Maria Cecília. História do Paraná. Curitiba: GRAFIPAR, 1969. p. 117.
Sobre a população paranaense durante os séculos XVII, XVIII e início do XIX, é CORRETO afirmar:
Era constituída somente por homens brancos livres, que ocupavam o litoral e os Campos Gerais, e por indígenas que viviam em reservas.
Trata-se de uma sociedade caracterizada pela ausência de negros escravizados, em função de a atividade econômica predominante ser a pecuária da região de Curitiba e dos Campos Gerais.
Ao analisarmos a documentação primária, em especial os registros paroquiais e os recenseamentos coloniais, verificamos que a população paranaense do período era caracterizada pela presença de colonos brancos livres, em sua maioria agricultores poloneses e italianos, e pela ausência de indígenas e negros escravizados.
Durante o período colonial, os governantes do Paraná implementaram políticas para o estabelecimento de agricultores estrangeiros na Província, o que resultou em uma sociedade caracterizada pela ausência de negros escravizados.
Indígenas e negros escravizados tiveram participação relevante na formação da população do Paraná e no desenvolvimento de sua economia.