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Brasileiros do norte! Quando os vossos irmãos do sul aclamaram esse europeu por seu imperador, foi com a cláusula expressa de imperar sobre um povo livre, de quem ele se intitulou seu perpétuo defensor. Se os do sul aceitam da tua mão o vil projeto de constituição, que deveriam considerar um novo insulto, depois da dissolução do congresso. Se finalmente querem ser teus escravos engana-te, sultão, pois no sul ficará circunscrito o teu império. Entretanto, vós, ó brasileiros do norte, habitantes do Equador [...] defendei vossa honra, gritando impávidos resolutamente: Não queremos um imperador criminoso, sem fé nem palavra. Viva a Confederação do Equador! Viva a constituição que nos deve reger!
(Ulisses C. Brandão, 1978. p. 37.)
No contexto da famosa Confederação do Equador, a dissolução da Assembleia e a outorga da Carta Constitucional reacenderam sentimentos presentes no nordeste, principalmente em Pernambuco, desde a Revolução de 1817, a saber:
Xenofobia; civismo; e, nepotismo.
Abolicionismo; parlamentarismo; e, militarismo.
Antilusitanismo; federalismo; e, republicanismo.
Anticoronelismo; pacifismo; e, pluralismo político.
Patriotismo; pan-americanismo; e, anticolonialismo.