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Como ficou conhecido o movimento que foi um longo processo de resistência indígena contra a colonização portuguesa na região amazônica, especialmente entre o rio Madeira e o rio Negro, durante o século XVIII?
Revolta dos Mura.
Guerra dos Paiacus.
Aliança dos Tapuias.
Resistência dos Cariris.
Resistência dos Tremembés.
Sobre o processo de independência do Brasil na província de Alagoas, a historiografia regional tem evidenciado que houve a
eclosão de levantes populares e confrontos armados antes da sua consolidação.
influência direta de tropas estrangeiras que determinou o resultado local do processo.
liderança da elite agrária local em um movimento rápido e coeso em apoio a D. Pedro I.
adesão imediata e unânime do estado, sem resistência portuguesa ou conflitos internos.
anuência para a região permanecer neutra, aguardando a definição do quadro político nacional.
As reações internas ao modelo político que dominou o processo de independência do Brasil, e que sobretudo o consolidou, podem trazer à luz elementos que contrariam a versão “pacífica” de tal processo consagrada durante muito tempo pela historiografia tida como oficial, o que inclui muitas obras didáticas. Entre esses elementos, aquele que desafiou e venceu as pretensões de unidade territorial da Constituição de 1824 pode ser representado pelo seguinte movimento ou personagem:
Insurreição dos Trinta e Três Orientais
Almirante Thomas Cochrane
Batalha de Pirajá
Frei Caneca
Leia o trecho a seguir.
Em 31 de março de 1823, o Juiz de Fora de Parnaíba, João Cândido de Deus e Silva, escreve da Vila da Granja ao Ilustríssimo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, referindo-se ao ofício anterior no qual informara sobre a ocupação da Vila de Parnaíba. Nessa comunicação, relatava que o Governo Português ali permaneceu até o dia 1º de março, quando abandonou a vila para marchar em direção à cidade de Oeiras, que, em 24 de janeiro, na ausência do referido governador, proclamara, de forma gloriosa, sua adesão ao sistema brasileiro, hasteando o pavilhão da independência.
Adaptado de: Informes do acontecido na edição de 21 de julho de 1823 no Jornal Diário do Governo.
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente os fatores que motivaram o início da Batalha de Jenipapo.
A batalha ocorreu devido ao abandono político sofrido pela província do Piauí por parte do governo português, levando a população a reivindicar o retorno de D. João VI ao Brasil.
O conflito civil surgiu pelo medo da elite piauiense de perder privilégios com a independência do Brasil, o que a fez se opor à população da província que era favorável à emancipação.
A batalha foi resultado da resistência das populações locais às forças portuguesas, após as vilas do Piauí se declararem a favor da independência.
O conflito teve início após Maranhão e Ceará reconhecerem o domínio português, enquanto o Piauí permaneceu como a única província nordestina a rejeitá-lo.
A batalha eclodiu devido ao desejo do Piauí de se tornar independente do restante do território brasileiro, alegando que seus recursos eram direcionados a outras províncias.
"Para a Unesco, 2019 é o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos, que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar toda coisa toda, o desenvolvimento sustentável" (Krenak, 2020, p.23).
A esse respeito, é correto afirmar que Krenak (2020) defende a tese de que
a sustentabilidade é vista como caminho de reafirmação da pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos dos povos indígenas.
o desenvolvimento sustentável constitui estratégia possível para superar o desarranjo regional vivido pelo povo Krenak, na região da Amazônia central.
o mito da sustentabilidade foi uma invenção das corporações capitalistas privadas para justificar o assalto à ideia da natureza dos indígenas da aldeia Krenak.
a sustentabilidade é entendida como modelo de progresso capaz de promover a ecologia dos saberes e reafirmar a experiência cotidiana do povo Krenak.
o desenvolvimento sustentável é fomentado pelas grandes corporações como alternativa à catástrofe ecológica global.
Considerando a dinâmica, as relações, as rupturas e as transformações das sociedades, do século XVIII à contemporaneidade, assinale a opção correta.
Na África, as independências das antigas colônias institucionalizaram a democracia na região subsaariana, quadro inalterado até a atualidade.
Ao expulsar os ingleses, a China estabeleceu um Estado nacionalista que optou por não integrar o sistema internacional representado pela ONU.
A independência do Brasil, em 1822, não rompeu estruturalmente com a herança colonial, sobretudo pela manutenção da escravidão até fins do Império.
A Revolução Industrial rompeu com o padrão existente no mundo até o século XVIII, aprofundando o processo de ruralização da sociedade.
A revolução tecnológica dos dias atuais é incompatível com o ensino de história em sala de aula, pois resulta na substituição do professor por máquinas.
Por não aderir ao bloqueio continental contra a Inglaterra, decretado por Napoleão Bonaparte, a Coroa portuguesa ameaçada pelas tropas napoleônicas, transferiu sua sede para a colônia Brasil, apoiada pela marinha inglesa, sediando-se na cidade do Rio de Janeiro. Em decorrência dos acordos entre as duas nações, D. João assinou os Tratados de Comércio de 1810 que previam:
uma taxa de imposto de 30% como taxação ás mercadorias oriundas da França, pois esta era considerada "nação inimiga”, extensiva a todos os países que estavam sob o dominio do império francês.
a entrada de mercadorias inglesas pagando 15% de impostos sobre o seu valor, enquanto que a alíquota cobrada para as outras "nações amigas”, seria 24%, mas o maior significado político desse acordo foi a definição do Brasil como centro da monarquia portuguesa.
a abolição imediata da escravidão africana nas terras do Brasil, dando a Inglaterra o direito de intervir militarmente em navios que continuassem a realizar o tráfico de escravos, mesmo que estas navegassem em águas próximas ao litoral brasileiro, assim como a suspensão da exportação dos seus produtos industrializados para o Brasil.
a liberação da implantação de pequenas indústrias no território brasileiro, como a de tecidos de algodão e fabricação de aguardente, mas mantinha a restrição a ourivesaria e a fabricação do açúcar.
“Quase uns trezentos homens sufocavam-no porão do Brigue "Palhaço" ancorado nas ânforas do porto de Belém do Pará quando a gritaria começou. Berravam por água e por ar. Asfixiavam-se. Eram do 2º Regimento de Artilharia de Belém que se insurgiram contra a junta governativa em outubro de 1823. Quem os prendeu e os removeu para a masmorra flutuante foi o comandante Greenfell, um daqueles oficias ingleses contratados por D. Pedro |, que lá estava para assegurar a integração do Grão-Pará ao Brasil recém independente.
...a tripulação da improvisada galé os acalmou a tiros e à noite espargiu sobre eles, ainda empilhados lá embaixo, uma nuvem de cal. Na contagem matinal do dia seguinte, no dia 22, só dera com 4 vivos. Dias depois restou só um, João Tapuia. Morreram 252 milicianos e praças sufocados pela asfixia. Um pavor acometeu o Pará. O interior ferveu. Gente comum morreu como bicho. Brigadeiro Soares Andreia em relatório ao Ministro da Guerra, Belém do Pará 1836.". (BECHARA, Nazira e ARANHA, Ocimar. Coleção Novo Curupira. Editora Amazônica, Belém,2009, p169)
O episódio acima descrito por Soares Andreia é conhecido como a Tragédia do Brigue Palhaço e ocorreu:
após a adesão do Pará a independência do Brasil, e é identificada como um crime brutal ordenado por John Greenfell um dos militares mercenários contratados pelo governo imperial para impor a nova ordem nas províncias que não aderiram imediatamente a independência. Os homens mortos eram pessoas comuns que sem maior identificação, John Greenfell mandou prender no interior da pequena embarcação chamada de Brigue. Depois da tragédia, a embarcação ficou conhecida como "Brigue Palhaço", devido aos rostos brancos dos mortos ocasionado pelo cal jogado sobre eles,
no dia que o Pará aderiu a independência, 15 de agosto de 1823, pois os segmentos populares não concordaram com a decisão dos políticos pertencentes a elite portuguesa, até então contrários a independência, que aceitaram os termos propostos pelo governo de Pedro | para acatarem o novo regime. Insuflados por Batista Campos iniciaram saque e depredação dos armazéns e lojas dos portugueses o que resultou nas suas prisões e posteriormente assassinato dentro da embarcação em que foram colocados.
logo após a independência do Brasil, ainda em setembro do mesmo ano, pois a província do Grão-Pará não aderiu imediatamente a essa nova ordem política, isto porque a maioria da população era descendente de portugueses e se mantinha fiel a D. João VI, entrando em confronto com as tropas imperiais nas ruas de Belém, por vários dias, resultando na prisão e rápido julgamento de centenas de pessoas, pelo militar inglês John Greenfell.
nos primeiros anos da Cabanagem, quando Soares Andreia foi nomeado pelo governo Regencial para governar a província do Grão-Pará e encontrou muita resistência por parte da população de Belém que reagiu armada a sua presença e as tropas do governo, seguindo-se vários confrontos armados pelas ruas de Belém e a consequente prisão de mais de duzentas pessoas que foram confinadas e mortas no porão de uma embarcação chamada de Brigue Palhaço.
O movimento abolicionista no Brasil congregou variados apoiadores, com maior ênfase nos decênios de 1870 e 1880.
Com base nas suas dimensões econômica, jurídica e social, assinale a alternativa correta.
Foi fruto da atuação direta e/ou indireta dos escravizados, fossem eles urbanos ou rurais; dos libertos; das irmandades negras; das sociedades recreativas e emancipacionistas, de forma que envolveu a própria população negra.
Apesar dos esforços dos abolicionistas somados às críticas internacionais da continuidade da escravidão, entendida agora como algo vergonhoso e signo de atraso, não houve um engajamento dos setores populares, evidenciando que a pauta estava circunscrita aos intelectuais, majoritariamente brancos.
Os abolicionistas negros entendiam que a abolição no Brasil deveria ser seguida pela inclusão real e total dos libertos na cidadania, com seus direitos assegurados, para que pudessem ter acesso à uma vida melhor, com instrução formal e trabalho assalariado, de forma que tais direitos foram incluídos na carta magna republicana.
Foi entendido como necessidade para o fim da escravidão, tendo sido liderada por proprietários de escravizados interessados na substituição do uso da mão de obra escravizada pela branca livre, julgada apta para o trabalho livre, na medida em que os libertos eram vistos como incapazes de trabalhar sem ser na condição de cativo.
O movimento angariou força suficiente para forçar a promulgação da Lei do Ventre Livre (1871) e a Lei do sexagenário (1885). A primeira garantia a liberdade irrestrita e imediata aos filhos de mulheres escravizadas nascidos a partir de 1871; e a segunda a liberdade imediata dos escravizados com idade igual ou superior a 60 anos, com indenização em dinheiro aos seus antigos proprietários, o que arrefeceu as reivindicações dos abolicionistas.
O processo de Independência do Brasil foi um movimento de ruptura radical com as estruturas socioeconômicas vigentes, resultando na imediata abolição da escravidão e na instauração de uma república federativa.
Certo
Errado
A Revolução Pernambucana de 1817 é considerada um dos movimentos mais importantes do período colonial brasileiro e antecedeu a Independência do Brasil. Sobre esses acontecimentos, assinale a alternativa correta:
A Revolução de 1817 foi um movimento liderado por portugueses que defendiam a manutenção do domínio colonial no Brasil.
A Revolução de 1817 defendia ideais republicanos e maior autonomia política, influenciando movimentos que culminaram na Independência do Brasil em 1822.
A Independência do Brasil foi proclamada em 1817 como resultado direto da Revolução Pernambucana.
A Revolução de 1817 ocorreu após a Independência do Brasil e tinha como objetivo restaurar o domínio português.
Na aula sobre Independência do Brasil, um estudante comenta que “foi só grito de um príncipe às margens de um rio”. O professor decide ampliar essa visão, ressaltando que
conflitos regionais, interesses de comerciantes, lutas de grupos populares, negociações diplomáticas e permanência de tensões com Portugal compõem quadro mais amplo que um gesto isolado.
a decisão de ruptura deriva de atitude puramente individual de D. Pedro, pouco ligada a pressões de elites internas.
províncias reagem de maneira idêntica à independência, com adesão imediata e harmônica em todo o território.
a presença da Corte define cenário de consenso, com rápida aceitação da nova ordem por antigos funcionários da metrópole.
processos de independência na América portuguesa e na América espanhola seguem roteiro praticamente igual, com participantes equivalentes.
O reconhecimento da independência do Brasil por Portugal, formalizado pelo Tratado do Rio de Janeiro de 1825, foi intermediado diplomaticamente pela:
França.
Grã-Bretanha.
Estados Unidos.
Áustria.
Santa Aliança.
Em relação à independência do Brasil e ao Primeiro Reinado, assinale a opção correta.
D. Pedro I beneficiou-se com a Guerra Cisplatina ao ampliar o apoio a seu governo entre os membros da Câmara dos Deputados, que reconheceram suas qualidades militares e políticas.
A Assembleia Constituinte de 1823 foi fechada por D. Pedro I em seus primeiros meses de atuação, antes mesmo de se discutir qualquer projeto de constituição.
A diplomacia brasileira, nas negociações para o reconhecimento da independência pela Grã-Bretanha, conseguiu evitar a imposição de um prazo imediato, para o fim do tráfico de escravizados, uma exigência que a Coroa britânica defendia desde o Congresso de Viena.
A vinda da família real portuguesa em 1808 encerrou, na prática, o estatuto colonial do Brasil, que foi então formalmente equiparado a Portugal em 1815, constituindo um reino unido.
Pesquisas historiográficas recentes confirmam o caráter pacífico da independência brasileira, com liderança inconteste do Príncipe D. Pedro I.
Proceda à análise crítica da charge a seguir:

Fonte: Disponível em: https://moderna.com.br/escola-publica/pnld/historia/viver-historia-com-leandro-karnal/html?volume=2/.
A propósito do processo de Independência e em consonância com a charge supramencionada, examine atentamente as proposições elencadas a seguir e atribua a V aquelas que se revelarem VERDADEIRAS, e a F as que se mostrarem FALSAS
( ) A mão de obra conheceu súbita inflexão estrutural com a ruptura de 1822, sendo prontamente desarticulados os arranjos laborais de matriz lusa e instaurado um regime de feição contratual e protoindustrial. A economia desvencilhou-se do antigo paradigma agroexportador, transmutando-se, com inusitada celeridade, em um sistema multifacetado e de acentuada densidade manufatureira, alicerçado na dinamização endógena do mercado interno. No plano político, o nascente Império adotou postura de inequívoca desvinculação em relação à órbita britânica, refutando tratados, convenções e influxos normativos exógenos, de modo a resguardar a inteireza de sua soberania decisória e a plenitude de sua autonomia econômica.
( ) Ao longo da diacronia histórica, o 7 de setembro de 1822 transfigurou-se em efeméride matricial da identidade nacional brasileira, alçando-se à condição de signo fundador da memória cívica. Para além das construções imagéticas que cristalizam o episódio, sobressaem artefatos monumentalizadores — a exemplo do erigido no Parque da Independência — cuja materialidade simbólica chancela e perpetua uma hermenêutica idealizante e acentuadamente heroificadora do itinerário emancipatório.
( ) O personagem Armandinho recorre a um artifício irônico de elevada carga crítica para insinuar que o Brasil não apenas sofreu a exploração econômica perpetrada pela metrópole portuguesa, mas que, já no decurso do período colonial, teria permanecido juridicamente vinculado e formalmente subjugado às diretrizes político-administrativas emanadas de outras potências europeias, as quais teriam arrogado para si prerrogativas de natureza legislativa, passando a intervir de modo direto e deliberado na orientação dos desígnios econômicos da colônia.
( ) A Independência revelou-se permeada por limitações estruturais, uma vez que não promoveu transformações substanciais na organização social vigente. Ademais, o Brasil não logrou autonomia econômica efetiva, pois, ao desvincular-se da órbita portuguesa, passou à esfera de influência do Reino Unido. Tal reordenamento não implicou ruptura com as bases materiais herdados do período colonial, mantendo-se incólumes a estrutura latifundiária e a centralidade do trabalho compulsório. Desse modo, a emancipação política coexistiu com a preservação de mecanismos de dependência externa, que condicionaram os rumos financeiros, comerciais e diplomáticos do nascente Império.
Assinale a sequência CORRETA:
V-V-F-V
F-V-V-F
V-F-V-V
F-V-F-V
A independência do Brasil, proclamada por D. Pedro I, representou uma ruptura completa com as estruturas sociais e econômicas do período colonial, inaugurando uma república democrática que imediatamente garantiu a igualdade jurídica a todos os cidadãos.
Certo
Errado
A história do Brasil, antes da chegada dos europeus, é marcada por uma homogeneidade cultural entre os povos indígenas, que compartilhavam estruturas sociais, econômicas e políticas idênticas em todo o território.
Certo
Errado
Avalie as afirmativas a seguir sobre os conflitos e posicionamentos das províncias durante o processo de Independência do Brasil e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Em Pernambuco, a Convenção de Beberibe (1821) determinou a retirada das tropas portuguesas, o que enfraqueceu a autoridade metropolitana e contribuiu para o fortalecimento das forças locais favoráveis à autonomia política.
( ) Na Bahia, após a declaração de Independência em 1822, as autoridades e tropas sediadas em Salvador mantiveram lealdade a Portugal, o que desencadeou confrontos entre forças portuguesas e grupos favoráveis a Dom Pedro I.
( ) Na província da Cisplatina, a imediata adesão do governador ao movimento de Independência do Brasil em 1822, motivado por interesses econômicos compartilhados com as elites brasileiras, contribuiu para a integração da região ao novo Império.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – F.
V – F – V.
F – F – V.
F – V – F.
V – V – V.
A emancipação política brasileira esteve associada a estratégias de conciliação entre autonomia estatal e preservação da ordem social existente. A condução do processo privilegiou a estabilidade institucional e a continuidade administrativa, limitando rupturas mais profundas. As disputas políticas ocorreram no interior das elites, com baixa incorporação de demandas populares. A historiografia ressalta o caráter conservador dessa transição. Qual das alternativas justifica CORRETAMENTE este contexto?
Processo uniforme conduzido de forma descentralizada pelas províncias.
Transformação revolucionária orientada pela mobilização popular ampla.
Rompimento radical com o legado institucional do período colonial.
Afirmação da soberania política com continuidade das estruturas sociais e administrativas herdadas.
Entre os fatos significativos que marcaram o ano de 1922, merecem destaque as celebrações do Centenário da Independência, a emergência do tenentismo, a fundação do Partido Comunista e, no campo da cultura, a Semana de Arte Moderna, que propunha uma inovadora leitura artística e literária do país.
Certo
Errado