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Assinale a alternativa correta:
A Independência do Brasil marcou o rompimento com o modelo econômico colonial, centrado na exportação de matérias-primas.
A Independência do Brasil significou o fim da utilização de mão de obra escravizada e forçada de indígenas e africanos.
A Independência do Brasil representou o abandono do liberalismo econômico e da adoção de práticas econômicas mercantilistas.
A Independência do Brasil foi marcada pela resistência de algumas províncias em reconhecer de imediato a autoridade do Rio de Janeiro, sob o comando do imperador Dom Pedro I, já que permaneciam leais às Cortes de Lisboa.
Assinale a alternativa correta:
Os movimentos pela independência no Brasil tiveram caráter revolucionário, pois envolveram enfrentamentos políticos e militares com o objetivo de extinguir a monarquia e instaurar um regime republicano.
A Independência do Brasil era entendida como a conquista da autonomia, a ser formalizada por meio de uma constituição, sem necessariamente romper os laços com Portugal.
Em sua essência, independência significa alcançar a emancipação, ou seja, adquirir capacidade de autogoverno, implantando um novo modelo de administração nacional, inclusive com a mudança da capital do poder.
A palavra independência está ligada à ideia de liberdade e, nesse sentido, seria uma criação autêntica brasileira, sem conexões ou influência de correntes ideológicas ou movimentos vindos da Europa.
Entre os movimentos libertários ou emancipacionistas ocorridos no Brasil, entre os últimos anos do século XVIII e a primeira metade do século XIX, destacam-se a Inconfidência Mineira (1789), a Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana de 1817, que compartilhavam incontestável identidade de objetivos, interesses e métodos de ação.
Certo
Errado
Com base nas ponderações de Emília Viotti da Costa em Da Monarquia à República: Momentos Decisivos, analise as proposições abaixo e marque a alternativa correta:
I-— A política de Dom João VI no Brasil promoveu | mudanças econômicas que enfraqueceram os pilares do absolutismo.
II — A heterogeneidade social dos movimentos revolucionários brasileiros foi um dos fatores que impediram sua eficácia.
III — Os movimentos brasileiros da época beneficiaram majoritariamente as elites, excluindo as camadas populares. IV — Após a independência, o Brasil manteve elementos políticos herdados de Portugal, como a centralização do poder.
Alternativas:
Apenas as alternativas I e II são verdadeiras.
Apenas as alternativas II, III e IV são verdadeiras.
Apenas as alternativas III e IV são falsas.
Apenas as alternativas I, III e IV são verdadeiras.
Todas as alternativas são verdadeiras.
A respeito da representação brasileira nas Cortes de Lisboa, no contexto da independência do Brasil, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Os representantes do Brasil nas Cortes de Lisboa formavam um bloco único, e não representações das províncias, como ocorria com os representantes provenientes de Portugal.
( ) Entre os eleitos oriundos do Brasil, estavam figuras experientes politicamente, como Cipriano Barata, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e Francisco Agostinho Gomes.
( ) Mesmo discordando de vários pontos da Constituição Portuguesa de 1822, elaborada pelas Cortes de Lisboa, a maioria dos representantes do Brasil assinou o documento.
C - C - E.
E - E - C.
C - E - C.
C - E - E.
E - C - C.
A independência do Brasil, em 1822, foi marcada por múltiplos fatores políticos, econômicos e sociais, que envolveram pressões internas da elite agrária, influências das ideias liberais e negociações com a Coroa Portuguesa. Sobre o processo emancipatório do Brasil, assinale a alternativa correta.
Ocorreu de forma pacífica, sem mobilização de tropas, conflitos regionais ou resistência da Coroa Portuguesa.
O processo foi marcado por rupturas, mas manteve certa continuidade administrativa e institucional do período colonial.
A independência do Brasil instaurou de imediato uma democracia representativa plena, com participação universal da população.
O movimento de independência ocorreu de forma isolada nas Províncias de São Paulo e Rio de Janeiro, sem repercussão nas demais regiões do país.
A independência resultou da imposição militar portuguesa, sem influência de interesses econômicos locais.
Nos primeiros anos do Brasil independente, a escrita da História nacional — marcada por atores políticos como José da Silva Lisboa (o visconde de Cairu), e, na década seguinte, pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) — teve caráter:
Crítico e marxista.
Oficial e nacionalista.
Liberal e economicista.
Metódico e positivista.
Subjetivo e historicista.
A chegada dos portugueses ao território hoje conhecido como Brasil foi registrada na famosa carta de Pero Vaz de Caminha, que descreveu os primeiros contatos com os povos indígenas.
A partir desse contexto, qual interpretação está mais alinhada ao contexto da conquista Europeia na América:
Os portugueses reconheceram de imediato a complexidade religiosa dos nativos, promovendo diálogo intercultural e respeito mútuo.
A nudez dos indígenas foi interpretada como sinal de pureza espiritual, reforçando o ideal humanista renascentista.
O escambo simbolizou uma relação de igualdade econômica e cultural entre portugueses e nativos.
A observação etnocêntrica dos portugueses levou à conclusão equivocada de que os indígenas não possuíam religião, justificando a imposição da fé cristã.
O movimento de independência do Brasil e a consolidação do Estado Imperial representaram processos interligados, com influências internas e externas.
Sobre esse período histórico, assinale a alternativa CORRETA.
A manutenção da monarquia no Brasil após a independência foi uma estratégia de estabilização, em contraste com a fragmentação política observada em outras ex-colônias da América Latina.
A independência do Brasil foi um movimento radical e republicano, diretamente influenciado pelos ideais iluministas e pela Revolução Francesa.
O Brasil tornou-se independente sem conflitos internos, uma vez que o rompimento com Portugal foi amplamente aceito por todas as províncias.
O Estado Imperial brasileiro foi consolidado com a exclusão da elite agrária das decisões políticas, que passou a ser representada apenas na esfera local.
A independência brasileira foi completamente desvinculada de movimentos internacionais, ocorrendo de forma isolada e sem relação com as tensões globais da época.
Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1o de dezembro, com apenas 24 anos, o príncipe regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do novo país.
(Boris Fausto. História do Brasil, 2000)
A natureza da Independência do Brasil, referida pelo excerto,
mantém as relações econômicas brasileiras com a burguesia mercantil portuguesa em um regime ainda de exclusivo comercial.
institui um sistema político ilustrado com concessão de direitos políticos às províncias brasileiras em prejuízo do poder central.
une setores da elite socioeconômica em torno de uma figura política capaz de manter o ordenamento social brasileiro.
explica a precocidade do movimento libertador brasileiro na comparação com as emancipações políticas das colônias hispano-americanas.
comprova a presença dos princípios filosóficos da Independência das colônias inglesas da América do Norte na organização política do Estado brasileiro.
O Brasil Império teve início com a Proclamação da Independência em 1822 e terminou com a Proclamação da República em 1889.
Qual era a principal característica da mão de obra utilizada nas grandes plantações de café e em outras atividades econômicas durante quase todo o período imperial?
Mão de obra assalariada de imigrantes europeus, que recebiam terras para cultivar.
Trabalhadores contratados por meio de concursos públicos e treinados em escolas técnicas.
Trabalho voluntário e comunitário, onde todos os membros da sociedade trabalhavam em troca de moradia e alimentação.
Trabalho livre de pequenos agricultores e suas famílias, que vendiam o excedente da produção.
Mão de obra escravizada, composta por africanos e seus descendentes trazidos à força para o Brasil.
Durante o Brasil Império, as políticas indigenistas visaram alterar as condições dos povos originários. Sobre os indígenas e essas políticas no século XIX, é correto afirmar que:
As políticas indigenistas do século XIX visavam tornar os povos originários um grupo étnico distinto do restante da população, afastando-os para aldeias localizadas no interior do império.
A lei de Terras (1850) destinou parte dos territórios do Amazonas e do Pará aos indígenas, os quais deveriam viver nessas em aldeias construídas pelo governo imperial.
Os indígenas, como eram analfabetos, não conseguiram combater as políticas imperiais por desconhecer a legislação da época.
Ao longo do século XIX, os povos originários tinham desaparecido de todo o território imperial, sendo sua memória resgatada pela literatura e pela arte após a independência.
Muitos indígenas reagiram contra as políticas assimilacionistas no intuito de preservar sua cultura e modos de vida.
Como a história das leis de expropriação e marginalização dos povos indígenas no Brasil afeta a luta atual pela demarcação de terras indígenas, especialmente com o interesse do agronegócio? Assinale a alternativa correta:
Os povos indígenas sempre tiveram autonomia garantida na história brasileira, por isso não precisam demarcar terras.
As terras indígenas são consideradas terras públicas, sem proteção legal específica.
O Estado sempre protegeu as terras indígenas sem qualquer influência de setores econômicos.
Os estudos de história mostram que a expropriação do passado ainda tem impacto nos conflitos atuais e interesses econômicos na demarcação das terras indígenas.
Todas as terras indígenas já estão demarcadas e protegidas, por isso não ocorrem conflitos hoje.
Qual medida do período joanino preparou as bases para a independência do Brasil?
Abertura dos portos às nações amigas em 1808, quebrando exclusividade metropolitana e estimulando autonomia econômica da colônia.
Restabelecimento do pacto colonial, restringindo comércio externo e reforçando laços políticos com Lisboa após instalação da corte.
Implementação imediata de reformas liberal-democráticas e abolição da escravidão nas capitanias produtoras de açúcar.
Transferência da capital do Reino Unido de Portugal para o Porto, esvaziando poder do Rio de Janeiro.
Imposição do imposto do quinto sobre ouro mineiro, reduzindo tensão fiscal e aproximando elites locais da coroa.
Na História de Pernambuco, ocorreram conflitos, tensões e polêmicas envolvendo o clero pernambucano no século XIX. Sobre esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
A chamada Questão Religiosa do século XIX envolveu embates entre bispos e o Império, em razão da condenação de práticas da maçonaria, levando à suspensão e prisão de bispos que interditaram irmandades ligadas à maçonaria.
Parte do clero enfrentava precariedade material, criando, então, a associação Monte Pio Eclesiástico para assegurar a caridade e o auxílio mútuo. Porém, a falta de participação levou os seus criadores e o pequeno grupo inicial a decretarem seu fim, antes mesmo de terem iniciado.
O clero pernambucano desempenhou funções políticas relevantes, com alguns padres exercendo cargos de vereadores ou deputados provinciais, inserindo-se diretamente nas disputas políticas do Império.
No século XIX, o clero pernambucano demonstrou ampla adesão às ideias liberais e republicanas, liderando movimentos revolucionários e coordenando diretamente ações militares contra o governo imperial.
Alguns representantes do clero pernambucano acumularam bens, incluindo propriedades e escravos, e descumpriram preceitos como o celibato, demonstrando contradições entre a vida prática e as normas eclesiásticas.
Assinale a alternativa correta:
A Independência do Brasil foi marcada por intensos conflitos com a antiga metrópole europeia, em razão da oposição das elites político-econômicas da ex-colônia ao modelo agroexportador imposto pela coroa portuguesa, sustentado na grande propriedade rural e na utilização de mão de obra escravizada.
A Independência do Brasil enfrentou resistência interna, pois algumas províncias, como o Maranhão e o Grão-Pará, mantinham vínculos mais estreitos com Lisboa do que com o Rio de Janeiro.
A Independência do Brasil implicou uma ruptura de laços políticos e econômicos com Portugal, já que no Brasil seria adotado um regime político constitucional republicano e Portugal manteria o sistema absolutista.
A Independência do Brasil está ligada a uma profunda transformação estrutural interna, ao questionar a base econômico-social que sustentou a exploração do país durante o período colonial.
A formação do Estado brasileiro e a consolidação de sua estrutura político-social resultaram de processos históricos complexos e interdependentes. A Independência, em 1822, embora tenha formalizado a ruptura com Portugal, manteve a ordem escravocrata e o poder concentrado nas elites agrárias. A abolição, em 1888, ocorreu sem políticas de integração social, perpetuando desigualdades estruturais. Já a Constituição de 1988 consagrou a redemocratização e consolidou direitos sociais, políticos e civis, ampliando a noção de cidadania no país.
Considerando as continuidades e rupturas ao longo da história brasileira, aponte a alternativa CORRETA.
A Constituição de 1988 resultou de um processo constituinte democrático e consagrou princípios como a dignidade da pessoa humana, a cidadania e a separação dos Poderes, reconfigurando o pacto social brasileiro.
A Independência representou uma ruptura social profunda, promovendo ampla redistribuição de terras e imediata inclusão política de setores populares.
A abolição da escravidão transformou estruturalmente as relações sociais e garantiu aos libertos acesso imediato à cidadania plena e às políticas de reparação histórica.
A República Velha caracterizou-se pela centralização autoritária do poder no Executivo federal, restringindo a autonomia dos estados e eliminando o papel das oligarquias regionais.
A redemocratização pós 1985 significou o abandono definitivo de todas as estruturas autoritárias do período militar, com a imediata implementação de reformas políticas amplas e igualitárias.
“Ao recuperar a independência, Portugal encontrou-se em posição extremamente débil [...]. Por outro lado, o pequeno reino, perdido o comércio oriental e desorganizado o mercado do açúcar, não dispunha de meios para defender o que lhe sobrara das colônias numa época de crescente atividade imperialista. A neutralidade em face das grandes potências era impraticável. Portugal compreendeu, assim, que para sobreviver como metrópole colonial deveria ligar o seu destino a uma grande potência, o que significaria necessariamente alienar parte de sua soberania. Os acordos concluídos com a Inglaterra em 1642-54-61 estruturaram essa aliança que marcará profundamente a vida política e econômica de Portugal e do Brasil durante os dois séculos seguintes.”
(FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Cia Editeis Nacional, 2003. p. 42.)
No que se refere à empresa açucareira no Brasil colonial, assinale a afirmativa que corresponde corretamente a tese exposta por Celso Furtado.
A produção de açúcar no Brasil colonial manteve-se estável ao longo de todo o período colonial, sem grandes variações nos preços ou na demanda, o que garantiu a prosperidade contínua dos senhores de engenho.
Seria difícil explicar o grande êxito da empresa açucareira sem ter em conta a cooperação comercial-financeira holandesa.
A empresa açucareira no Brasil colonial se desenvolveu de maneira totalmente independente, sem influência externa significativa, baseando-se exclusivamente no capital e no conhecimento técnico da Coroa portuguesa.
A expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro em 1654 teve pouco impacto na economia açucareira, pois Portugal rapidamente reorganizou a produção e o comércio sem sofrer prejuízos duradouros.
A parceria entre Portugal e a Inglaterra, estabelecida ao longo do século XVII, garantiu a Portugal uma posição privilegiada no mercado açucareiro, tornando-o imune às oscilações econômicas e concorrências internacionais.
Analise o trecho abaixo. "Com a ampliação da crise para uma situação de revolta que acabou levando à Independência em 7 de setembro de 1822, ficou evidente a necessidade de formar rapidamente uma Marinha. Esta Força naval seria o elemento fundamental para assegurar a unidade de um Estado com um litoral de mais de 7.500km, cujas regiões eram majoritariamente interligadas por via marítima, sem a qual não seria possível propagar a Independência para além da região controlada pelo Rio de Janeiro, mantendo a integridade territorial".
(CASTRO, Pierre P. da C. A organização inicial da Marinha Imperial. In: CASTRO, Pierre P. da C.; PEREIRA, José A. R. (Orgs). Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2020, р. 188).
Nesse sentido, com base nas ideias de Pierre Paulo da Cunha Castro, no livro "Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal", assinale a opção que apresenta três formas corretas implementadas para a organização inicial da Marinha Brasileira.
A partir de navios deixados no porto do Rio de janeiro pelos portugueses; navios doados pela Marinha Inglesa e navios adquiridos com recursos resultantes de uma subscrição pública.
A partir de navios construídos em regime de urgência em estaleiros norte-americanos e enviados ao Brasil com condições vantajosas de pagamento; navios adquiridos pelo governo e navios adquiridos com recursos resultantes de uma subscrição pública.
A partir de navios deixados no porto do Rio de janeiro pelos portugueses; navios adquiridos pelo governo e navios adquiridos com recursos resultantes de uma subscrição pública.
A partir de navios construídos em arsenais nacionais; navios doados pela Marinha Inglesa e navios adquiridos pelo governo.
A partir de navios construídos em regime de urgência em estaleiros norte-americanos e enviados ao Brasil com condições vantajosas de pagamento; navios adquiridos com recursos resultantes de uma subscrição pública e navios doados pela Marinha Inglesa.
Leia um trecho do “Manifesto da Nação Portuguesa aos soberanos e povos da Europa”, promulgado pelos rebeldes do Porto em 1820.
Os portugueses começam a perder as esperanças para com o único recurso e meio de salvação que lhes foi deixado em meio à ruína que quase consumiu sua querida terra natal. A ideia do status de colônia ao qual Portugal tem sido com efeito reduzido, aflige profundamente todos aqueles cidadãos que ainda conservam o sentimento de dignidade nacional. A justiça é administrada a partir do Brasil para os povos leais da Europa, o que implica numa distância de duzentas léguas e excessivo custo e demora.
(Apud Kenneth Maxwell. Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias)
O Manifesto revela
a dependência econômica do Brasil em relação a Portugal, que destinava parte do seu orçamento para a colônia.
o descuido da Corte portuguesa com as atividades comercias do Brasil, porque os monopólios foram extintos.
a independência econômica do Brasil, que desempenhava o papel de centro do Império Luso-Brasileiro.
a pujança da economia portuguesa, cada vez menos interessada em manter vínculos coloniais com o Brasil.
o forte prejuízo político causado ao Brasil, que passou a ser agredido militarmente pelos inimigos de Portugal.