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Marque a única alternativa abaixo, que corresponde sobre o reinado de Dom Pedro I (1822-1831).
Disputas entre as elites agrárias e o Imperador, além de conflitos regionais no Nordeste e na Cisplatina.
Divisão determinada pela política do “café com leite”, alternância de poder entre Minas Gerais e São Paulo, que garantia estabilidade às oligarquias.
Implementação do Estado Novo, com forte centralização política, censura e repressão.
Desenvolvimento econômico associado ao ciclo da borracha, que transformou cidades amazônicas como Manaus e Belém.
Preocupação com a identidade nacional brasileira, buscando criar instituições que definissem seus contornos, especialmente as universidades.
O Primeiro Reinado (1822−1831) correspondeu a um período de transição na história brasileira, no qual a independência política conviveu com a permanência de estruturas econômicas e sociais herdadas do período colonial. A economia manteve-se baseada na agroexportação e no trabalho escravizado, enquanto a organização social permaneceu hierarquizada. Ao mesmo tempo, observaram-se mudanças graduais nos espaços urbanos e nas manifestações culturais, sobretudo nos principais centros políticos do Império. Com base nesse contexto histórico, assinale a alternativa que caracteriza corretamente o Brasil do Primeiro Reinado.
O Primeiro Reinado caracterizou-se pela continuidade da economia agroexportadora e escravista, pela centralização política e por transformações urbanas e culturais restritas.
O Brasil do Primeiro Reinado consolidou-se como economia autônoma, socialmente equilibrada e politicamente estável no cenário internacional.
O período foi marcado pela industrialização acelerada, pela substituição do trabalho escravizado e pela ampla democratização da vida urbana.
A urbanização e a cultura desenvolveram-se de forma homogênea em todo o território nacional, impulsionadas por políticas integradoras.
A sociedade do Primeiro Reinado rompeu com o passado colonial, eliminando desigualdades sociais e ampliando a mobilidade dos grupos populares.
Durante o período imperial brasileiro (1822-1889), a construção e a consolidação do Estado nacional articularam unidade territorial, pactos de elite e modernizações seletivas. O 1º Reinado (1822-1831) foi marcado por tensões entre o imperador e setores liberais, que culminaram na abdicação de D. Pedro |, enquanto o 2º Reinado (1840-1889) estabilizou a arquitetura institucional e expandiu a inserção agroexportadora, ao mesmo tempo em que promoveu um projeto cultural de identidade nacional compatível com os interesses das elites, sem romper plenamente com estruturas sociais herdadas do período colonial.
No plano político-administrativo, a Constituição de 1824 instituiu o Poder Moderador, mecanismo que concedia ao monarca prerrogativas singulares de arbitragem institucional. Na economia, observou-se o deslocamento do eixo do açúcar nordestino para o café do Sudeste na pauta exportadora, acompanhado pela construção de infraestruturas como ferrovias e melhorias portuárias, vinculadas ao capital exteno e à elite agrária modernizadora. Já no campo cultural, o romantismo indianista, a fundação do IHGB e o patrocínio às artes e ciências coexistiram com uma ordem social escravocrata, na qual a ampliação de liberdades civis e da cidadania ocorreu de modo gradual, conflituoso e incompleto. À luz dessas transformações e permanências, assinale a altemativa correta e mais coerente:
O Poder Moderador, típico do 1º Reinado e abolido no início do 2º Reinado, foi substituído por um parlamentarismo rígido, eliminando a influência direta da Coroa na nomeação de gabinetes ministeriais e na dissolução da Câmara.
A organização sociopolítica do 2º Reinado produziu estabilidade institucional, mas manteve contradições como o parlamentarismo às avessas, no qual o gabinete dependia da confiança do imperador, e não exclusivamente da maioria parlamentar da Câmara.
A integração ferroviária do 2º Reinado atendeu principalmente às demandas de circulação camponesa e ao mercado interno de subsistência, reduzindo a dependência ao capital externo e dissolvendo a centralidade das elites agrárias regionais.
O romantismo indianista e o IHGB promoveram um projeto de identidade nacional inclusivo e multicultural que rompeu estruturalmente com a ordem escravocrata ainda na primeira metade do 2º Reinado, universalizando a cidadania no Império.
O Primeiro Reinado, sob o governo de D. Pedro I, foi marcado por intensas disputas políticas, tensões entre projetos centralizadores e liberais, dificuldades econômicas herdadas do período colonial e conflitos internos e externos que comprometeram a estabilidade do novo Estado brasileiro. Nesse contexto, diversos acontecimentos e medidas adotadas pelo imperador expressaram os limites da construção do Estado nacional no pós-Independência. Relacione os elementos da Coluna I com as características correspondentes da Coluna II.
Coluna I − Fatos e medidas do 1º Reinado
1.Constituição de 1824.
2.Poder Moderador.
3.Guerra da Cisplatina.
4.Confederação do Equador.
5.Abdicação de D. Pedro I.
Coluna II − Características e consequências
(__)Instituição de um mecanismo político que permitia ao imperador intervir nos demais poderes, reforçando o caráter centralizador do Estado.
(__)Conflito externo que agravou a crise financeira do Império e contribuiu para o desgaste da imagem do governo.
(__)Carta constitucional outorgada após a dissolução da Assembleia Constituinte, estabelecendo o voto censitário e a religião oficial do Estado.
(__)Movimento de caráter republicano e federalista, reprimido com violência pelo governo central.
(__)Resultado do acúmulo de crises políticas, econômicas e da perda de apoio das elites, abrindo caminho para o Período Regencial.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
4, 1, 5, 3, 2.
3, 4, 1, 5, 2.
1, 2, 3, 4, 5.
2, 3, 1, 4, 5.
3, 5, 4, 1, 2.
O processo de constituição do Estado brasileiro, do período colonial até a independência e o Primeiro Reinado (1822−1831), envolveu a construção de instituições políticas, jurídicas e administrativas, a articulação entre elites regionais e centrais, e a criação de uma identidade nacional em meio à diversidade social, econômica e cultural. Esse processo incluiu a centralização do poder, a criação de órgãos governamentais e judiciais, e a formulação de uma Constituição que buscava conciliar diferentes interesses políticos. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
A criação do Estado brasileiro ocorreu de forma imediata e consensual, sem conflitos internos ou disputas entre diferentes grupos sociais e regionais, e sem resistência à centralização do poder imperial.
A Constituição de 1824, outorgada por D. Pedro I, instituiu o Poder Moderador, estabeleceu a religião oficial do Estado e organizou a administração central, refletindo um Estado em construção, mas ainda limitado por desigualdades sociais e exclusão política.
Durante o período colonial e o Primeiro Reinado, o Estado brasileiro foi totalmente descentralizado, sem qualquer tentativa de unificação política ou administrativa, e cada província funcionava como um território completamente autônomo e independente.
A formação do Estado brasileiro foi marcada pela adoção de um modelo federalista inspirado exclusivamente nos Estados Unidos, com autonomia plena das províncias e divisão de poderes equilibrada desde 1822.
O Brasil se constituiu como Estado a partir de 1822 com plena democracia participativa, garantindo o voto universal e a igualdade de direitos para todos os cidadãos, independentemente de gênero, classe ou condição social.


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O regime imperial no Brasil buscou articular projeto nacional e interesses regionais, combinando centralização política com mecanismos de negociação com elites locais; as instituições imperiais refletiram essa tensão entre poder central e demandas provinciais.
Analise as assertivas a seguir e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F):
(__)A centralização administrativa foi característica marcante do Império.
(__)Tensões regionais e interesses provinciais influenciaram decisões políticas e arranjos institucionais.
(__)O processo político contemplou participação política irrestrita a todos os segmentos sociais.
(__)Os debates parlamentares frequentemente expressaram divergências sobre modelos de governo e administração.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
V, F, V, F.
F, V, V, V.
F, F, V, V.
V, F, F, V.
V, V, F, V.
“Entre os anos de 1822 e 1824, ocorreram conflitos entre tropas brasileiras e tropas portuguesas em diferentes regiões do país. O reconhecimento da independência brasileira pelos portugueses só ocorreu após diversas lutas e grande número de mortos. Assim, ela só foi reconhecida oficialmente em 1825, com a assinatura do __________, que colocava fim aos conflitos.” Preenche corretamente a lacuna:
Acordo de Marraquexe.
Tratado de Ildefonso.
Tratado Luso-Brasileiro.
Tratado de Tordesilhas.
Em relação à independência do Brasil e ao Primeiro Reinado, assinale a opção correta.
D. Pedro I beneficiou-se com a Guerra Cisplatina ao ampliar o apoio a seu governo entre os membros da Câmara dos Deputados, que reconheceram suas qualidades militares e políticas.
A Assembleia Constituinte de 1823 foi fechada por D. Pedro I em seus primeiros meses de atuação, antes mesmo de se discutir qualquer projeto de constituição.
A diplomacia brasileira, nas negociações para o reconhecimento da independência pela Grã-Bretanha, conseguiu evitar a imposição de um prazo imediato, para o fim do tráfico de escravizados, uma exigência que a Coroa britânica defendia desde o Congresso de Viena.
A vinda da família real portuguesa em 1808 encerrou, na prática, o estatuto colonial do Brasil, que foi então formalmente equiparado a Portugal em 1815, constituindo um reino unido.
Pesquisas historiográficas recentes confirmam o caráter pacífico da independência brasileira, com liderança inconteste do Príncipe D. Pedro I.
Marque a única alternativa CORRETA abaixo sobre o Estado brasileiro após a independência de 1822.
Foi centralizado nas mãos do imperador que limitou a possibilidade de influência política de outros grupos, além do enfrentamento de dissidências de regiões que não reconheceram a independência.
Adotou um modelo federalista que concedeu ampla autonomia às províncias, permitindo que cada região criasse suas próprias leis e constituição, reduzindo o papel do imperador a Chefe de Estado.
Priorizou a participação direta das camadas populares nas decisões políticas, instituindo sufrágio universal masculino logo após a independência.
Estabeleceu uma monarquia constitucional descentralizada, na qual o imperador atuava apenas como figura simbólica e sem poderes executivos.
Implantou um regime republicano inspirado no modelo norte-americano, com forte influência de partidos políticos locais e eleições regulares, mantendo elitismo nas decisões políticas.
No final do século XIX, o Império brasileiro enfrentava uma série de crises políticas, sociais e econômicas. O desgaste da monarquia foi acelerado por fatores como o enfraquecimento da base de apoio militar, a insatisfação das elites cafeeiras com o governo central, o impacto da abolição da escravatura sobre as relações de trabalho e a crescente influência de ideais republicanos e positivistas. Imagine a seguinte situação:
Um historiador analisa documentos do período e identifica três sinais claros de instabilidade imperial:
A perda de apoio do Exército e de oficiais influentes em grandes centros urbanos;
A mobilização das elites agrárias e urbanas em torno de uma proposta de mudança de regime;
A insatisfação de setores populares que, embora marginalizados, passavam a questionar as estruturas de poder estabelecidas.
Diante desse contexto, qual seria a interpretação correta para explicar a queda do Império?
A monarquia foi derrubada exclusivamente por um movimento popular de massa, sem participação significativa das elites políticas e militares.
A queda do Império ocorreu de forma planejada e consensual, com apoio integral da população urbana e rural e sem resistência das instituições imperiais.
A abolição da escravatura foi o único fator decisivo, pois provocou imediatamente uma revolta das elites agrárias e a dissolução do poder monárquico.
O regime monárquico caiu exclusivamente devido a pressões internacionais que exigiam a implantação de uma república no Brasil.
A queda do Império resultou da convergência de crises políticas, militares, sociais e econômicas, envolvendo a perda de apoio das elites e do Exército, o descontentamento popular e a influência de ideais republicanos.


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Situação hipotética: Um professor de História planeja uma aula sobre o Primeiro Reinado. Assertiva: Para apresentar uma abordagem crítica sobre a independência do Brasil, ele deve necessariamente focar apenas nas ações da elite branca, desconsiderando a participação popular e as resistências dos povos indígenas e escravizados.
Certo
Errado
A respeito dos princípios presentes na Constituição de 1824, outorgada por D. Pedro I, é correto afirmar que:
estabeleciam o princípio da liberdade religiosa, erigindo o estado laico.
estabeleciam a tripartição dos Poderes em Executivo, Legislativo e Judiciário.
garantiam ampla liberdade individual e resguardavam a liberdade econômica, assegurando a participação política desvinculada da necessidade de uma renda mínima por parte do cidadão.
estabeleciam a inclusão de um rol de direitos e garantias individuais, inspirado na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão da Revolução Francesa.
D. Pedro II, imperador do Brasil, é frequentemente associado a uma imagem mítica e heroica construída ao longo do tempo, refletindo aspectos políticos, culturais e sociais do país. Considerando as representações do imperador, é CORRETO afirmar que:
A imagem de D. Pedro II como herói nacional durante o Segundo Reinado foi baseada exclusivamente em sua atuação como defensor da abolição da escravidão.
A mitificação de D. Pedro II foi intensificada durante a República, quando seu governo foi reinterpretado, de maneira consensual, como um modelo de estadismo e progresso.
D. Pedro II, ao longo de seu reinado, promoveu a inclusão social de escravos libertos e indígenas, consolidando sua imagem como símbolo da igualdade racial.
A construção simbólica de D. Pedro II como um monarca exemplar evitou abordar suas contradições históricas, como sua convivência com a escravidão durante quase todo o período imperial.
No que diz respeito ao contexto econômico do Primeiro Reinado (1822-1831), o Brasil passou por circunstâncias econômicas particulares. Em relação à situação econômica deste período, é correto afirmar que:
A dívida externa brasileira aumentou significativamente devido ao empréstimo contraído junto à Inglaterra para pagar a indenização a Portugal pelo reconhecimento da independência.
A emissão de papel-moeda sem lastro metálico contribuiu para o equilíbrio das contas públicas e a estabilização da economia nacional.
O setor agroexportador manteve-se em crescimento constante durante todo o período, compensando os gastos com importações.
A arrecadação de impostos sobre o comércio internacional permitiu ao governo brasileiro reduzir sua dívida externa rapidamente propiciando fortalecimento do mercado interno dando início ao processo de industrialização.
Os tributos arrecadados nas províncias eram suficientes para cobrir as despesas administrativas do governo central.
Na primeira metade do século XX, Pedro Bruno (1888- 1949) pintou O Precursor, interessante quadro que apresenta Tiradentes sendo preparado para a execução. O personagem aparece de pé e enquanto o carrasco, de cabeça baixa, sem olhá-lo, veste-lhe a alva, ele mantém a cabeça erguida, olhos no céu, braços estendidos como em súplica, entregando sua vida à justiça dos homens e de Deus. Um frade, de joelhos diante do herói, apresenta-lhe o crucifixo que o acompanhará até o cadafalso. Essa cena é uma entre muitas leituras sacralizadas do drama vivido pelo alferes inconfidente e que tem seus correspondentes em textos historiográficos sobre a Inconfidência Mineira, nos quais poderia ter se baseado o artista.
(Thais Nívia de Lima e Fonseca. Ver para compreender: arte, livro didático e a história da nação. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)
O excerto, assim o como o artigo citado, analisam
o raro e equivocado uso de imagens no trabalho escolar em História.
a circulação de imagens entre a historiografia e as artes plásticas.
a importante oposição à História Oficial.
a dependência dos textos historiográficos em relação às imagens.
a produção de imagens sem respaldo no conhecimento histórico.


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Observe as imagens a seguir.
I

Fonte: BURKE, Peter. A fabricação do rei: A construção da imagem pública de Luís XIV. São Paulo: Zahar, 2018.
II

Fonte: SCHWACZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
A imagem I é uma charge que retrata o rei Luís XIV da França no centro, flanqueado por dois personagens vestidos com trajes nobres. Na imagem II mostra D. Pedro II aos 12 anos, trajando uma vestimenta de gala, com uma aparência que sugere maior idade.
As opções a seguir descrevem corretamente a análise das duas imagens, de acordo com a representação dos monarcas, à exceção de uma. Assinale-a.
As duas imagens sugerem que a construção da autoridade do monarca é acompanhada por estratégias visuais, que buscam reforçar o seu poder.
As duas imagens sugerem que as representações dos monarcas foram elaboradas com intenções deliberadas e com objetivos políticos.
As duas imagens sugerem que a construção da figura dos monarcas era um processo que envolvia a participação de outras pessoas.
As duas imagens sugerem a dualidade entre os corpos políticos e simbólico dos soberanos e seus corpos humanos e mortais.
As duas imagens sugerem que a representação do poder dos soberanos é algo natural, que dispensa signos externos para sua expressão, refletindo o conceito de absolutismo.
O Primeiro Reinado (1822-1831) foi marcado por desavenças políticas entre D. Pedro I e setores da sociedade brasileira, o que se confirmou pela dissolução da Assembleia Constituinte e outorga da Constituição de 1824, fatos que alimentaram a crescente oposição às atitudes do imperador, consideradas absolutistas.
Certo
Errado
O Primeiro Reinado do Brasil foi o período em que Dom Pedro I governou como imperador, logo após a Proclamação da Independência, em 7 de setembro de 1822, até sua abdicação em 7 de abril de 1831. Esse período foi marcado por desafios políticos, econômicos e sociais, que moldaram os primeiros anos do Brasil como nação independente. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo.
I.Após a ruptura com Portugal, Dom Pedro I enfrentou a tarefa de consolidar a independência brasileira, que não foi imediatamente reconhecida por todas as províncias nem pelas potências internacionais. Algumas regiões, como o Grão-Pará e a Bahia, resistiram ao novo governo, alinhando-se a Portugal. Foi necessário o uso de força militar para assegurar a unidade territorial e afirmar a soberania brasileira.
II.Uma das principais realizações do Primeiro Reinado foi a elaboração da Constituição de 1824, a primeira carta constitucional do Brasil. Instituída de maneira democrática, a Constituição estabeleceu o regime monárquico constitucional e o poder moderador, uma atribuição do imperador para arbitrar conflitos entre os outros poderes.
III.O Primeiro Reinado enfrentou severos problemas econômicos. O Brasil herdou dívidas de Portugal, e o reconhecimento da independência pelas potências estrangeiras, como a Inglaterra, veio acompanhado de exigências onerosas, como a manutenção de privilégios comerciais britânicos.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Apenas II e III.
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e III.
Apenas II.
Antes da república, o Brasil viveu um regime monárquico, que existiu entre 1822 e 1889. Neste período, o país teve dois imperadores, que foram:
Pedro Alvarez Cabral e José do Patrocínio.
Dom Pedro II e José de Bonifácio.
Pedro Alvarez Cabral e Cristóvão Colombo.
Dom Pedro I e Dom Pedro II.
Dom João VI e Dom Pedro I.
Relacione a atuação de José Bonifácio de Andrada e Silva no contexto do Primeiro Reinado e assinale a alternativa correta.
Liderou rebeliões populares contra o governo de Dom Pedro I em províncias do Norte.
Promoveu a federalização imediata do território brasileiro após a ruptura com Portugal.
Defendeu a separação total entre as províncias brasileiras, promovendo movimentos separatistas.
Atuou como articulador político da independência, defendendo a centralização do poder monárquico.