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Leia o trecho a seguir, escrito por Schwarcz e Starling (2018, p. 172), reflita sobre o contexto da história brasileira ao qual faz referência e responda às questões 46 e 47.
“No dia seguinte à sua chegada, a família real – com exceção de d. Maria I, que se encontrava por demais “adoentada dos nervos” – e os nobres desceram em terra firme, enfrentando o sol escaldante do verão tropical. Reações surgiram imediatamente, e de todo lado. À população local, parecia estranha aquela comitiva feita de nobres e reis, vestidos de maneira mais apropriada para o inverno europeu, o qual se avizinhava quando deixaram Lisboa. Já a corte deve ter estranhado as ruas de Salvador, estreitas, sujas e mal calçadas, apinhadas de gente que vendia de tudo: frutas, salsichas, chouriços, peixe frito, azeite e doces. Cães, porcos e aves domésticas se espalhavam pelos cantos. Como a sarjeta corria no meio da rua, os detritos eram ali atirados – vindos das lojas e residências, servindo de alimento aos animais.”
A primeira medida régia assinada por D. João na nova sede do Império lusitano foi:
Tratado de Comércio e Navegação.
Licença para que fosse criada a Escola de Cirurgia em Salvador.
Carta de abertura dos portos brasileiros às nações amigas.
Criação de uma Impressão Régia.
Proibição do tráfico de escravos.