

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A política exterior dos Estados Unidos, após a vitória da Revolução Cubana, em 1959, sofrera algumas mudanças frente aos países da América Latina.
(Maria Lígia Coelho Prado, Davi e Golias: as relações entre Brasil e Estados Unidos no século XX. Em: Carlos Guilherme Mota (org.), A experiência brasileira. A grande transação)
Segundo Prado, o temor que a experiência cubana fosse adotada por outras nações da América Latina, fez com que o governo do presidente Kennedy
aplicasse uma política, conhecida como a Aliança para o Progresso, que pretendia reparar as injustiças do capitalismo e promover o desenvolvimento para impedir que os pobres e desesperados se levantassem em armas.
reorganizasse as prioridades diplomáticas estadunidenses, em que se deixa de lado uma preocupação maior com a Europa e o Japão, e os maiores investimentos diretos voltaram-se para as nações latino-americanas.
guinasse para um conservadorismo surpreendente, com o rompimento de relações diplomáticas com as nações que reconheceram a nova ordem cubana, como foram os casos de Argentina e Brasil.
ampliasse a cooperação econômica e cultural com as nações interessadas em alargar os direitos de cidadania, especialmente para as mulheres, como em relação à escolarização básica e ao voto.
acionasse os bancos semipúblicos dos Estados Unidos para apoiarem projetos de modernização industrial e reformas agrárias, principalmente nas nações mais pobres da região.