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Uma questão interessante a notar no “Movimento colonial da América” é a maneira como Araripe situou o movimento dos Mascates, de 1710. Segundo suas perspectivas, já em 1710 havia um desejo de Independência e de República no Brasil motivado, antes de tudo, pela “comoção popular”: “De 1710, quando apareceu a primeira agitação separatista na América, até 1822, quando o Brasil proclamou a sua independência política, decorreram 112 anos, espaço dentro qual se formulou, cresceu e completou-se o pensamento autônomo das colônias americanas, e hoje a América libertada constituiu 19 repúblicas”
(ARARIPE, Tristão de Alencar Araripe. “Movimento colonial da América”. Revista do IHGB, tomo 56, v.88, pt.2, pp.91-115, 1893).
De acordo com o trecho acima e considerando o pioneirismo dos olindenses, com o “Primeiro Grito da República”, em 1710, assinale a alternativa CORRETA.
A Marim dos Caetés também é palco de um símbolo que comprova o fervor revolucionário e a afirmação dos valores monárquicos, ou seja, favoráveis à Coroa portuguesa.
O fato olindense foi proclamado pelo capitão-mor Bernardo Vieira de Melo, então vereador, que deu o primeiro grito de República do Brasil, na Câmara de Olinda.
O Primeiro Grito tornou a Cidade Patrimônio mãe da República, em virtude do êxito obtido no movimento.
A Guerra dos Mascates possibilitou a consolidação do domínio holandês em Pernambuco.
Esse “Primeiro Grito da República” motivou um feriado na cidade todo dia 10 de janeiro.