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Nessa foto, Hugo Chávez (1954‐2013) mostra a imagem digital de Simón Bolívar, herói da independência de vários países da América Latina, a estudantes venezuelanos.
(http://noticias.terra.com.br/mundo/chavez revela‐imagem‐digital‐do‐rosto‐de‐simon‐bolivar)
Leia, a seguir, o final do discurso de Hugo Chávez na 60ª Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas, em 15 de setembro de 2005.
Pois bem, nós lutaremos pela Venezuela, pela integração latino-americana e pelo mundo. Reafirmamos aqui nesse salão, nossa infinita fé no homem, hoje sedento de paz e de justiça para sobreviver como espécie. Simón Bolívar, pai de nossa pátria e guia de nossa revolução, jurou não dar descanso a seu braço, nem repouso a sua alma, até ver a América livre. Não daremos descanso a nossos braços, nem repouso a nossas almas até salvar a humanidade.
(CHÁVEZ, 15 de setembro de 2005, disponível em: http//www.geocites.com/jones 0980/Discurso_de_Hugo_Chavez.doc)
Com relação ao projeto de emancipação de Simón Bolívar e à apropriação contemporânea de seu pensamento, assinale V para a alternativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Hugo Chávez mitificou a figura de Bolívar e buscou estabelecer uma continuidade entre o seu projeto político e o de integração bolivariano: a construção de uma unidade político-institucional de toda a América Latina, tornando‐a um país forte e autônomo.
( ) Hugo Chávez apropriou‐se do capital simbólico associado à imagem de Bolívar na América Latina e se apresentou como seu herdeiro direto, sua “espada” no combate ao imperialismo americano, então representado pela intervenção no Iraque, por exemplo.
( ) A fabricação de Simón Bolívar como herói no imaginário coletivo é um processo de mão dupla, pois tanto parte das políticas governamentais e da ideologia do Estado, quanto depende de uma ressignificação atualizada dos ideais bolivarianos por parte da sociedade.
As afirmativas são, respectivamente,
F, V e F.
F, V e V.
V, F e F.
V, V e F.
F, F e V.