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Com raras exceções, mapas, cartas, plantas e atlas...

Com raras exceções, mapas, cartas, plantas e atlas geográficos tiveram, ao longo dos séculos XIX e XX, um papel secundário dentre os campos de reflexão do historiador, principalmente do professor de história dos ensinos fundamental e médio.


(Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras além-mar. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História)


No artigo citado, Borges aponta que, em geral, no tratamento dado à cartografia histórica,


A

a utilização de mapas do século XVI e dos imediatamente posteriores tem cumprido o papel de somente ilustrar o conteúdo dos textos apresentados.


B

os mapas produzidos para o trabalho escolar com a História do Tempo Presente têm substituído os textos escritos e a iconografia.


C

os mapas históricos tornaram a principal forma de introdução aos processos históricos clássicos, como as revoluções liberais-burguesas.


D

os materiais didáticos mais recentes pouco se utilizam de mapas históricos em razão da sua incompreensão entre os estudantes do Ensino Fundamental.


E

o entendimento mais aceito entre os historiadores contemporâneos é que um mapa histórico não pode ser tratado como um documento.