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Leia o texto abaixo.
Esses escravos tinham mobilidade para circular na cidade, já que precisavam encontrar trabalho para juntar quantia em dinheiro que deveria ser entregue ao proprietário, além, é claro, de obter o seu próprio sustento. Se, por um lado, esse tipo de trabalho livrava os proprietários da obrigação de sustentar seus escravos, assim diminuindo os seus gastos, por outro, permitia certa autonomia aos cativos, que arranjavam o seu próprio trabalho e cuidavam de suas despesas.
(Mattos, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 22 ed., 3º reimpressão. São Paulo: Contexto, 2014, p. 112. Adaptado)
O texto faz referência a uma modalidade de trabalho escravo denominada:
escravos do eito.
escravo doméstico.
escravo de ganho
escravo “tigre”.
escravo da liteira.