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Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, formaram-se duas grandes áreas de influências em escala planetária: a capitalista e a socialista, a primeira sob hegemonia dos Estados Unidos e a segunda, da União Soviética. A tensão e entre estas duas superpotências se estendeu durante quase toda a segunda metade do século XX, em um contexto em que todas as táticas eram permitidas, exceto o enfretamento direto. Eric Hobsbawm, sobre a Guerra Fria, afirma que "gerações inteiras se criaram à sombra de batalhas nucleares globais que, acreditavam-se firmemente, podiam estourar a qualquer momento e devastar a humanidade" (HOBSBAWM, 1995). Sobre a corrida nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética, assinale a alternativa CORRETA.
Tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética, durante a Guerra Fria, se preocuparam mais em manter seu território do que expandir sua influência a outros territórios.
O ano de 1949, quando os Estados Unidos criaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), marcou uma abrupta desescalada no conflito, já que os países ainda não viam este como um confronto mundial.
Um dos eventos cruciais da corrida nuclear foi a realização do primeiro teste nuclear soviético no deserto do Cazaquistão, em 1949, o que demonstrou que os EUA não possuíam monopólio da destruição atômica.
A corrida armamentista entre as duas superpotências fez com que as indústrias bélicas diminuíssem seus lucros, visto que as inovações eram feitas apenas em instalações governamentais.