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Este pensador partilhava da preocupação de contribuir para uma compreensão histórica mais aprofundada das causas do vigoroso conservadorismo que tem caracterizado o exercício de poder ao longo das mudanças que têm ocorrido na nossa sociedade.
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
Paulo Prado.
Celso Furtado.
Hélio Jaguaribe.
Raimundo Faoro.
Caio Prado Júnior.