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Desde 1916, a situação começou a decompor-se de forma acelerada. Reapareceu um movimento grevista. A população e os trabalhadores, em particular, estavam cada vez mais descontentes. Embora poucos entrevissem a hipótese de uma revolução iminente, os relatórios da polícia política atestavam claramente a radicalização das tensões.
Elas desaguariam, afinal, nas chamadas jornadas de fevereiro, de 1917, em cinco dias de crescentes movimentos sociais, na cidade de Petrogrado.
(Daniel Aarão Reis Filho. As revoluções russas. Em: Daniel A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O Século XX – O tempo das crises: Revoluções, fascismos e guerras, 2000. Adaptado)
O fragmento é uma referência
à organização do primeiro coletivo camponês, que exigia a estatização da terras.
à revolta dos marinheiros de Kronstadt, que exigia a libertação de presos políticos.
ao movimento que provocou a deposição da monarquia czarista.
à eclosão de uma greve geral, fortemente reprimida pelo governo czarista.
à insurreição que levou o Partido Bolchevique a tomar o poder.