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Analise o trecho abaixo:
Foi a partir de 1960 que estudos sobre a família ocidental se constituíram como área da pesquisa histórica. Para Sheila de Castro Faria, o lugar privilegiado de exploração foi a Europa, principalmente Inglaterra e França a partir do século XVI. Segundo a autora, as transformações ocorridas nos estudos sobre a família aconteceram, sobretudo a partir do momento em que novas fontes surgiam e foram sendo introduzidas nos corpus documentais das pesquisas.
(FARIA, Sheila de Castro. História da Familia e demografia histórica. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 243).
Com bases nas informações, assinale a opção que apresenta tais transformações e consequentemente as fontes que as possibilitaram.
As fontes arqueológicas, iconográficas e literárias possibilitaram nova base para as pesquisas que vieram estabelecer as diretrizes principais do campo da história da família, inclusive com técnicas е metodologias bem delimitadas trazidas pela demografia histórica para estudos das famílias da antiguidade e da Idade Média.
A igreja católica produziu vasta documentação, que se tornou a base das pesquisas que vieram estabelecer as diretrizes principais do campo da história da família, inclusive com técnicas metodologias bem delimitadas trazidas pela demografia histórica.
Os aparelhos burocráticos do então Estado Moderno possibilitaram listagens nominais, restringido a pesquisa aos grupos sociais da elite em detrimento à vida familiar da grande massa da população.
O desenvolvimento da demografia histórica constituiu uma disciplina autônoma que privilegiou estudos dos grupos familiares da grande massa da população deixando de lado a história das famílias dos grupos sociais da elite.
A partir de 1960, desenvolveu-se uma metodologia de tratamento das fontes paroquias, restringindo os estudos sobre a família no campo da religião.