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Ainda ocorre na segunda metade do século (XVIII) mais um fator particular que estimula a agricultura brasileira. Até então, o grande gênero tropical fora o açúcar. Outro virá emparelhar-se a ele, e o sobrepujará em breve: o algodão. [...] Os progressos técnicos do século XVIII permitirão o seu aproveitamento em medidas quase ilimitadas.
(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo, 1994)
O excerto refere-se
à substituição da exploração do açúcar pelo plantio do algodão nas áreas litorâneas da colônia.
à autonomia da política colonial para com o domínio metropolitano em decorrência da economia algodoeira.
ao fornecimento da matéria prima do algodão para as tecelagens domésticas no interior da colônia.
ao emprego do complexo tecnológico da indústria açucareira na fabricação colonial de fibras de algodão.
à vinculação da economia colonial com o novo centro dinâmico de produção de mercadorias no continente europeu.


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