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A Revolução Francesa, ao inaugurar uma nova gramática política baseada na soberania popular e na cidadania moderna, também desencadeou tensões entre universalismo e exclusão. Pesquisas recentes têm problematizado os limites das promessas iluministas, especialmente no que se refere à participação feminina, racial e colonial. À luz dessas abordagens, qual alternativa expressa um tensionamento crítico coerente com a historiografia contemporânea sobre o tema?
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão inaugurou um modelo de cidadania plenamente inclusivo, aplicável a todas as categorias sociais.
A Revolução Francesa, ao abolir os privilégios aristocráticos, efetivou automaticamente a igualdade de gênero e a emancipação colonial.
O conceito de nação, formulado pelos revolucionários, sempre pressupôs o reconhecimento das culturas periféricas e das especificidades coloniais.
A radicalização jacobina dissolveu qualquer forma de discriminação, tornando a República uma experiência de cidadania plena e irrestrita.
O projeto revolucionário francês, embora afirmasse valores universais, foi seletivo na aplicação prática desses direitos, mantendo múltiplas exclusões estruturais.