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As tradições ceramistas do Baixo São Francisco e os vestígios arqueológicos encontrados em Ilha das Flores e Pacatuba revelam uma ocupação pré-colonial complexa, associada à cultura Tupinambá e aos grupos sambaquieiros. Tais elementos são fundamentais para a construção da memória cultural sergipana. Com base nesse contexto, é correto afirmar que:
Os vestígios arqueológicos sergipanos comprovam a inexistência de sociedades sedentárias antes do século XVI.
A presença dos grupos ceramistas em Sergipe é recente e ocorreu após o contato com europeus.
Os sambaquieiros sergipanos tinham cultura nômade e desenvolveram técnicas cerâmicas parecidas com as feitas pelos povos marajoaras.
A produção cerâmica e a construção de sambaquis no território sergipano evidenciam formas sofisticadas de organização social e domínio do espaço.
Os grupos indígenas do Baixo São Francisco desapareceram sem deixar traços materiais ou culturais relevantes.