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O grande incêndio de Londres em 1666, derivado da obra de Jan Griffier. Óleo sobre tela, 1675.
londonmuseum.org.uk
O grande incêndio de Londres ardeu por quatro dias, destruindo grande parte da cidade. Quando o incêndio começou na padaria de Thomas Farriner, nas primeiras horas do dia 2 de setembro de 1666, ninguém poderia imaginar a destruição que causaria. Em uma cidade onde fogueiras eram usadas para aquecimento e iluminação, incêndios eram comuns. Aliás, o prefeito Thomas Bloodworth não se preocupou ao ver as chamas e voltou para a cama. Mas o fogo se alastrou rapidamente, alimentado por ventos fortes, pela proximidade dos prédios e pelo calor do verão, que havia ressecado a madeira e a palha usadas na construção das casas. Como resultado, uma área de mais de dois quilômetros ao longo do rio Tâmisa foi completamente destruída. Mas com isso surgiu a oportunidade de reconstruir a cidade. Um decreto real interrompeu a construção até que novas regulamentações fossem emitidas.
Adaptado de bbc.com, 31/07/2016.
A imagem e o texto retratam o grande incêndio, ocorrido em Londres, na Inglaterra, na segunda metade do século XVII. Naquela conjuntura, incêndios difíceis de serem controlados eram relativamente comuns em cidades europeias.
Incêndios com tais proporções, naquela conjuntura, estavam associados ao seguinte fator:
crescimento urbano industrial
habitações populares precárias
agravamento da crise climática
instalações de energia deficitárias


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