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"Quilombos, palenques, maroons são diferentes denominações para o mesmo fenômeno nas diversas sociedades escravistas nas Américas: os grupos organizados de negros fugidos. No Brasil, esses agrupamentos também eram chamados de mocambos. Fugir do senhor e se juntar a outros rebeldes foi uma estratégia de luta desde que os primeiros tumbeiros aportaram na costa brasileira até as vésperas da abolição" (Albuquerque, W.R. de; Filho, W.F., 2006, p. 118).
Sobre as fugas dos escravos e formação dos quilombos, é correto afirmar que Albuquerque (2006) defende a tese de que
os quilombos se constituíram de agrupamentos negros, autossustentáveis e isolados nas matas brasileiras.
um grande número de quilombos reunia além de escravos em fuga, negros libertos, indígenas e brancos com problemas com a justiça.
a sobrevivência dos quilombos foi possibilitada pela não integração às redes de comércio local e por alianças com os outros grupos sociais.
a convivência dos quilombolas do baixo Amazonas com os grupos indígenas Caxuana, Tiriô e Kahyanas, ocupantes do médio e alto Trombetas, foi pacífica, na primeira metade do século XIX.
os negros aquilombados devem ser celebrados como heróis da liberdade, pois combateram os homens brancos, resistindo à negociação ou ao conluio com os trabalhadores livres.


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