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A transição da Idade Média para a Idade Moderna na Europa Ocidental foi marcada pela centralização do poder político. O Absolutismo Monárquico, sustentado por teóricos como Thomas Hobbes e Jacques Bossuet, baseava-se na premissa de que:
O poder soberano era necessário para evitar o caos social (contrato social) ou era legitimado pelo direito divino, concentrando a autoridade no Monarca
O Rei deveria governar em total submissão ao Parlamento, que detinha o poder soberano de vetar qualquer decisão real sem consulta popular.
A Igreja Católica deveria assumir a administração financeira do Estado, deixando ao Rei apenas as funções militares e honoríficas.
A descentralização política era a única forma de garantir a eficiência administrativa diante das novas rotas comerciais transatlânticas.
O poder do monarca era temporário e eletivo, sendo renovado a cada década através de assembleias formadas pela burguesia e pelo clero.