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A obra é do escultor paraibano Hélio César Barros. Trata-se de uma estátua em tamanho q...

A obra é do escultor paraibano Hélio César Barros. Trata-se de uma estátua em tamanho quase real de Frei Caneca, com suas vestes religiosas, calçado em uma sandália, que parece ser de couro, algo que passa a ideia de simplicidade. Encontra-se amarrado a um tronco e posto para a ser executado. Com um olhar longínquo e cabisbaixo, emite um sentimento de melancolia, sofrimento, diferente do que escreve a historiografia a respeito do revolucionário, como veremos a seguir. A estátua está posta no canto direito da praça, em frente ao palco virada para o oeste, sobre um pedestal, onde tem uma placa metálica contendo o nome do mártir, a data e o local de sua execução. A obra é impossível de passar despercebida. Ao mesmo tempo,tal símbolo fomenta a memória do movimento e produz um sentimento patriótico.


SOARES, Clébia Valêsca Gonçalves et al. “Gloriosa memória de quem triunfou”: festejos e narrativas monumentais da Confederação do Equador no sertão da Paraíba (Triunfo, 2004 a 2015). p.71. 2016.


Com relação à Confederação do Equador (1824), é correto afirmar que


A

demonstrava apoio à Carta Constitucional de 1824, sobretudo a aplicação do sufrágio universal como forma de ocupação do gabinete ministerial.


B

teve um caráter popular em defesa de um modelo de governo meritocrático e antiescravista com ênfase no sistema monárquico constitucional.


C

teve como epicentro a província de Pernambuco e propagou-se para as outras províncias do Nordeste, incluindo a paraíba, palco de batalhas e conflitos.


D

obteve estimadas vitórias na província da Paraíba, que chegou a constituir um governo autocrático de longa duração com o apoio dos chefes políticos locais.