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O Imperialismo do século XIX representou uma fase de intensa expansão das potências europeias, dos Estados Unidos e do Japão sobre vastas regiões da África e da Ásia. Impulsionado pela busca por mercados consumidores, fontes de matérias-primas e áreas de investimento, esse processo foi legitimado por ideologias como o racismo científico, o etnocentrismo e o darwinismo social, que justificavam a dominação como uma "missão civilizatória" dos povos considerados superiores.
A respeito do Imperialismo do século XIX e suas justificativas ideológicas, é correto afirmar que:
O Imperialismo foi um movimento de cooperação entre as nações, visando ao desenvolvimento equitativo de todos os povos.
As potências imperialistas buscavam apenas a difusão de valores democráticos, sem interesses econômicos ou estratégicos.
O Imperialismo foi uma expansão capitalista justificada por ideologias racistas e etnocêntricas que defendiam a superioridade ocidental.
As regiões da África e da Ásia foram colonizadas por sua própria iniciativa, buscando o progresso e a modernização.
O darwinismo social foi uma teoria que criticava a dominação imperialista, defendendo a igualdade entre as raças.