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Em 2018 rememoramos os 50 anos da Primavera de Praga, um movimento de libertação político e intelectual ocorrido na Tchecoslováquia em meados de 1968. Sobre este fenômeno histórico, é possível afirmar que:
o movimento teve como impulso inicial as propostas reformistas de Dubeck, o, então, novo secretário-geral do Partido Comunista que prometia restabelecer a liberdade de imprensa, de culto religioso, o pluripartidarismo e também a ampliação de direitos civis.
apesar da dura repressão realizada pelo bloco militar dos países socialistas do leste europeu, Pacto de Varsóvia, a “ameaça contra-revolucionária” foi desarticulada antes mesmo de seus discursos afetarem o imaginário dos tchecos e de haver a possibilidade da eclosão em forma de manifestos populares nas ruas.
o movimento eclodiu nas ruas, em oposição à eleição de Alexander Dubcker, do Partido Comunista Tcheco, que, alinhado a ideologia política de seu partido, buscou fortificar os laços com o Bloco Comunista, a partir da proposta de redução aos direitos civis e de um marco regulatório que censurava setores da mídia.
a principal intenção do movimento impulsionado por Dubeck era adotar o capitalismo na Tchecoslováquia, rompendo os laços político-ideológicos com a União Soviética.