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As reflexões iniciais de Antonio Candido no prefácio da quinta edição de Raízes do Brasil apontaram para o significado que esse livro tivera no processo de constituição das novas formas de pensar o Brasil, a partir da segunda metade dos anos 30: “os homens que estão hoje [1967] um pouco para cá ou pouco para lá dos cinquenta anos aprenderam a refletir e a se interessar pelo Brasil sobretudo em termos de passado e em função de três livros: Casa-Grande & Senzala, publicado quando estávamos no ginásio; Raízes do Brasil, publicado quando estávamos no curso complementar; Formação do Brasil contemporâneo, publicado quando estávamos na escola superior”.
(Paulo Miceli. “Sobre História, Braudel e os Vaga-Lumes”. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. Adaptado)
São os autores das obras citadas, respectivamente,
Nina Rodrigues, Nelson Werneck Sodré e Celso Furtado.
André João Antonil, Ciro Flamarion Cardoso e Fernando Novais.
Manuel Bomfim, José Murilo de Carvalho e Fernando Henrique Cardoso.
Joaquim Nabuco, Carlos Guilherme Mota e Evaldo Cabral de Mello.
Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Júnior.