Para o historiador que trabalha com a noção de identidade cultural, é fundamental considerar, como princípio metodológico, que
esta
A
é produzida pelas elites e anula as identidades de classes sociais mais fracas, apagando-as.
B
é plural e se encontra em constante processo de transformação e ressignificação.
C
deve ser apreendida prioritariamente a partir da oralidade e testemunhos espontâneos.
D
torna dispensável o estudo das identidades políticas e sociais sendo necessariamente uma abordagem totalizante.
E
necessita ser subdividida por gênero, raça e religião, categorias determinantes de grupos coesos e homogêneos.