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Dadas as diferenças entre os sistemas fonético-fonológicos do inglês e do português, o professor deve, no trabalho com a pronúncia, concentrar-se nas interferências e transferências da língua-alvo na língua materna do aluno que constituam impedimento à comunicação. Assinale a alternativa que indica uma dificuldade para o aprendiz brasileiro de inglês que NÃO representa um problema relevante na comunicação.
O aluno tem dificuldade de diferenciar entre vogais curtas e longas, de forma que acaba produzindo pronúncias idênticas para palavras que têm significados diferentes, como ocorre com “ship” (vogal curta) e “sheep” (vogal longa).
O aluno não realiza o som aspirado dos fonemas [p], [t] e [k] em início de palavras, de modo que os fonemas iniciais de “pear”, “tomato” e “car”, por exemplo, são pronunciados da mesma forma que os fonemas iniciais de “pera”, “tomate” e “carro”.
O aluno tem dificuldade de realizar a pronúncia do TH, seja o surdo [θ], como em “thin”, seja o sonoro [ð], como em “breathe”, e acaba produzindo, na oralidade, palavras com outro sentido na língua-alvo, como “fin” e “breed”.
O aluno tem dificuldade de realizar a pronúncia do R, especialmente no início de palavras, como em “rat” e “rope”, e acaba produzindo, na oralidade, palavras com outro sentido na língua-alvo, como “hat” e “hope”.
O aluno tem dificuldade de realizar pronúncia do N em final de palavras, como em “ban” e “thin”, de forma que acaba produzindo, na oralidade, palavras com outro sentido na língua-alvo, como “bang” e “thing”.