A passagem em que, no poema, Cecília recorre ao mesmo tipo de paradoxo por ela explorado em: “mas meu nome, de barca e estrela, / foi “SERENA DESESPERADA” é a seguinte:
A
veres que ainda tenho uns ares / de aluna do paraíso.
B
Leva sempre a minha imagem / a submissa rebeldia.
C
– e, de salas interiores, / por altíssimas janelas.
D
descobrem coisas mais belas, / rindo-se dos professores.
E
mas na escola não existe / mais do que pena e tinteiro.