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O emprego das formas pronominais e verbais se dá de modo...

Atenção: Para responder às questões de números 12 a 15, baseie-se no texto abaixo.


Planos da natureza


Gabam-se os homens de serem hábeis planejadores. E somos. Mas não queiramos exclusividade absoluta. A natureza é a rainha dos planejamentos. Aprendemos com ela a identificar para cada necessidade seu melhor atendimento. Mas fomos além: chegamos a criar carências só pelo prazer de atendê-las.

Exemplo? Ouve-se a toda hora: não sei o que seria de mim sem meu celular. Foram necessários milhares de anos para o homem finalmente descobrir o que lhe é vital: um smartphone. “Com ele planejo meu dia, me oriento, me situo na vida” - dirá um contemporâneo. De fato, o planejamento, como ferramenta da previsão e da organização do trabalho eficaz e necessário, muitas vezes revela-se indispensável. Mas quando quero me certificar da vantagem de um planejamento, observo a natureza, em algum plano que ela traçou para manter vivas suas leis essenciais. E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?


(Aristeu Villas-Boas, inédito)

O emprego das formas pronominais e verbais se dá de modo plenamente adequado na frase:


A

Não há porque não planejar; reservam-se aos que planejam com eficiência o mérito de muitas conquistas.


B

Eles haviam resguardado-se de planejar, e os imprevistos da operação acabaram tragando-lhes.


C

O motivo por que se planeja prende-se aos objetivos finais de quem os tem claros e bem definidos.


D

Os planejamentos em cujos estávamos envolvidos requiseram de nós muito empenho e dedicação.


E

Planejar porquê? - haverá de se perguntar, como costuma ocorrer, os que dão extremo valor aos improvisos.