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Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6 baseie-se no texto abaixo.
Tempo é dinheiro
O primeiro relógio mecânico de que se tem registro - um artefato movido pelo escoamento da água sobre uma roda - foi inventado no século VIII por um matemático e monge budista chinês chamado Yi Xing. Mas, quando os missionários jesuítas portugueses introduziram na China, no século XVI, o relógio mecânico acionado por pesos e cordas, a novidade provocou sensação e assombro na corte imperial. Mais do que qualquer outra novidade tecnológica europeia, o aparelho deslumbrou os até então reticentes chineses não só pelo engenho e precisão, mas como fonte de enlevo e contemplação.
Os relógios europeus foram recebidos pelos chineses como um convite, um estímulo à meditação sobre o fluxo da existência, e foram tratados como verdadeiros brinquedos metafísicos. Jamais lhes ocorreu, porém, a ideia de tirar proveito daquele dispositivo visando disciplinar a jornada de trabalho, impor o ritmo dos negócios ou pautar a circulação das riquezas entre os consumidores.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 154)
A correção do segmento dado é preservada caso se substitua o elemento sublinhado pelo que está entre parênteses no seguinte caso:
Os chineses inventaram o primeiro relógio mecânico de que se tem notícia (de cujo se sabe).
Os missionários portugueses introduziram na China seu relógio mecânico (deram origem à China).
Os relógios europeus foram um estímulo à meditação dos chineses (impulso da).
Jamais lhes ocorreu a ideia de tirar outro proveito daquele artefato (se apresentou a eles).
O ritmo que o relógio impôs aos negócios mantém-se até hoje. (subordinou dos).