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“O Brasil - que amarga uma crise fiscal e se esforça para...

(Texto)


1 Está em curso uma espécie de guerra fiscal

global. Um número cada vez maior de países corta

tributos para atrair empresas dispostas a produzir

em seus territórios. O Brasil - que amarga uma

5 crise fiscal e se esforça para não promover uma

nova rodada de aumento de impostos- corre

o risco de ficar para trás, o que significaria perda

de investimentos e de empregos.

O exemplo mais retumbante dessa competição

10 vem do Norte. Em dezembro, os congressistas

americanos aprovaram a redução da alíquota do

imposto sobre o lucro das empresas de 35% para

21%. Ao Sul, porém, há movimentos na mesma

direção. Na virada do ano, a Argentina seguiu

15 Donald Trump e também aprovou um corte

tributário progressivo.

A lista de nações que já anunciaram a intenção de

reduzir os tributos corporativos nos próximos dois

anos é diversificada. Inclui Japão, Grécia, Bélgica

20 e Reino Unido. A expectativa é que o México,

pressionado pelas mudanças americanas, entre

na fila.

(Adaptado de Folha de S. Paulo, 28/01/2018)

“O Brasil - que amarga uma crise fiscal e se esforça para não promover uma nova rodada de aumento de impostos - corre o risco de ficar para trás, o que significaria perda de investimentos e de empregos.” (linhas 4 a 8).

No período acima, há um verbo conjugado no futuro do pretérito do indicativo, o qual é empregado para:


A

Designar ações posteriores à época de que se fala.


B

Indicar uma ação que ocorreu antes de outra ação já passada.


C

Exprimir uma ação repetida ou contínua.


D

Exprimir a possibilidade de um fato passado.