Relacionando os textos I e II, percebe-se que, embora tenham diferentes linguagens, aproximam-se quanto à temática pretendida. O trecho do texto I que melhor traduz o sentido do texto II é
“O que essas duas histórias têm em comum além do fato de estarem acontecendo em lugares que a maioria de nós seria incapaz de apontar no mapa?” (l. 13-15)
“Para que o sofrimento alheio nos comova, é preciso que a dor ecoe em nós de alguma forma...” (l. 25-27)
“Para Bloom, por ser tendenciosa, a empatia pode nos induzir a ‘desastres morais’.” (l.35-36)
“Para quem acredita que tragédias como os atentados na Somália e a crise dos refugiados de Myanmar deveriam merecer mais atenção, a melhor estratégia talvez seja ler e compartilhar notícias sobre o assunto”. (l. 44-47)
“A rede é o que fazemos com ela.” (l.47-48)