O autor


A

recorre ao latim para propor que “aguardo” pode ter aparecido na língua bastante antes de 1899, data de sua dicionarização.


B

afirma fazer uso de expressões como “Agradeço antecipadamente sua resposta” porque elas ao menos permitem denotar polidez.


C

ironiza o privilégio concedido às pretensas mensagens diretas do meio digital, já que com elas se perde em estilo (bordados verbais) e em cortesia.


D

afirma, com bom humor, mas com base em trabalhos qualificados, que, desde sua dicionarização, “aguardo” é palavra característica de um vocabulário rural.


E

vale-se de informações sociolinguísticas, de história da língua e de morfologia para comprovar a existência de “aguardo”.