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O texto abaixo é base para as questões 13 e 14.
Garantir a plena mobilidade de pessoas, bens
e serviços será crucial para o desenvolvimento
econômico e social de qualquer cidade no mundo. O
planejamento urbano não pode ser separado da política
(5) habitacional ou de mobilidade. Em última instância,
uma importante decisão política deve ser tomada em
relação ao modelo de cidade em que queremos viver e
ao destino dos investimentos públicos em mobilidade.
Construir mais infraestrutura viária só consegue aliviar
(10) congestionamentos temporariamente. Nenhuma cidade
do mundo conseguiu resolver os desafi os da mobilidade
construindo mais ou maiores avenidas. Existe consenso
entre especialistas de que aumentar a densidade
habitacional ao redor dos grandes eixos de transporte
(15) público, bem como ampliar os investimentos no modelo
que realmente pode chegar a todos os cantos da cidade
- os corredores de ônibus -, será a chave do sucesso
para qualquer cidade que almeja ser líder global.
(adaptado de Adalberto Maluf Filho, A eficiência operacional pela superfície é
chave para o futuro.
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/16470 - acesso em 29/12/2011)
Constitui uma continuidade gramaticalmente correta e coerente com a argumentação do texto o seguinte parágrafo:
Assim, buscar uma gestão democrática do espaço viário urbano pela superfície, com a escolha do modelo correto para cada realidade financeira, será primordial para a competitividade das cidades e para manter uma vida de qualidade.
Por essa razão, uma análise detalhada do estudo internacional Observatório de Mobilidade Urbana (CAF 2009) nos permite concluir significativamente entre uma alta densidade habitacional e um alto uso do transporte privado.
Assim, correlações significativas entre baixa densidade habitacional e alto uso do transporte privado, como em Buenos Aires, por exemplo, líder em baixa densidade e grandes congestionamentos.
Portanto, várias cidades se destacam por estarem fora da tendência, uma vez que, apesar da baixa densidade habitacional, conseguiram manter altos índices de transporte público com infraestrutura viária.
Por essa razão, são explicados pela prioridade dos investimentos nos corredores exclusivos de ônibus a alta movimentação de pessoas em cidades mais densamente povoadas com bom fluxo de transportes públicos.