

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Entre os povos europeus, a cruzada pela igualdade tinha a ala das mulheres. Suas líderes queriam o direito ao divórcio, à propriedade nos mesmos termos dos homens, a votar, a entrar na universidade e, mais especificamente, a estudar em escolas de Medicina, cujas salas de dissecação, com toda aquela carne à mostra, era considerada inapropriada para as jovens. Por volta de 1900, a maioria desses direitos estava sendo alcançada, em especial nos países protestantes. Em nenhum lugar da Europa, entretanto, havia uma mulher que fosse juíza, política, general ou chefe de uma grande empresa. Curiosamente, uma das instituições mais antigas, a monarquia, permitia de tempos em tempos que uma mulher estivesse acima de todos os homens. A mais famosa do mundo em 1900 era a rainha Vitória, que celebrava seu 63° ano no trono britânico. Poucas mulheres no mundo já haviam votado em uma eleição. A Nova Zelândia, em 1893, tinha sido o primeiro país a permitir que elas votassem em uma eleição nacional; em três pequenos estados norte-americanos, as mulheres tinham o direito de votar quando se tratava de assuntos estaduais, porém não nacionais. A urna eleitoral continuava fora do alcance das europeias. Grupos de mulheres, assim como de homens, tentavam diligentemente aprovar leis que permitissem o sufrágio feminino, em parte por acreditarem que elas ajudariam a purificar a vida nacional ao combater a prostituição, o hábito de beber em excesso e outros males sociais. A primeira eleição nacional na qual as mulheres puderam votar e também concorrer para o parlamento aconteceu na Austrália, em 1903. Das poucas que concorreram, Vida Goldstein era a única que tinha chances de ser eleita. Com 34 anos de idade, solteira, determinada e capaz de responder francamente quando interrompiam seus discursos em locais públicos, almejava a ser a primeira mulher do mundo a entrar para um parlamento. Não venceu, mas o grande número de votos que recebeu foi considerado um triunfo. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 46).
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o coletivo do substantivo “assassino”:
penitenciária.
prisão.
turma.
choldra.
manada.