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Os seguros de vida, embora tenham cres­cido em um...

Leia o texto para responder às questões 11 e 12.

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Os seguros de vida, embora tenham cres­cido em um percentual semelhante aos dos seguros de saúde, ainda têm um papel relati­vamente pequeno no mercado. Aparentemente, hábitos arraigados levam o brasileiro a se pre­ocupar menos com a sorte de sua família, na falta de seu chefe, do que com o automóvel ou o padrão de vida após a aposentadoria. Mas há outras explicações para tal fato.

Nos tempos da hiperinflação, formou-se a convicção de que a indenização seria corroída pela desvalorização da moeda e nenhum se­guro de vida seria suficiente para garantir o bem-estar da família. Apenas os seguros de vida em grupo, por serem baratos, atraíam al­gum interesse.

Com a estabilização da moeda, o cresci­mento do seguro de vida individual deveria ser mais rápido, mas isto não ocorreu. Por isso, as empresas pleiteiam que o governo elimine o IOF de 7% incidente sobre os prêmios. Não se pode ignorar que o seguro de vida é uma forma de criação de reservas, ou seja, de poupança de longo prazo.


(Adaptado de O avanço no setor de seguros, esta­dao.com.br, 09/01/2001)


Assinale a opção que está em desacordo com o texto.


A

A forma verbal "atraíam"(l.15) está no pretérito imperfeito do indicativo para se referir aos "tempos da hiperinflação"(l.10), que, conforme o texto, estão no passado.


B

O fato de que o seguro é espécie de poupança é um argumento favorável ao pleito das empresas junto ao governo.


C

A convicção de que a inflação iria corroer a indenização é uma das "outras explicações"(l.9) para a atitude reticente do brasileiro em relação ao seguro de vida.


D

Durante o período de hiperinflação, apenas os seguros de vida em grupo resistiram à corrosão provocada pela desvalorização da moeda.


E

A velocidade de crescimento dos investimentos em seguro de vida, mesmo diante da estabilização da moeda, não tem correspondido à expectativa dos empresários.