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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje
mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que,
alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem
imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as
famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam
verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam
incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser
sobre qualquer assunto, desde que haja alguém
interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A
novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido
como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia.
Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais,
elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós
repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para
mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio
que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de
alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar
aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas
mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro,
colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso,
em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com
que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do
perigo de um gesto aparentemente inocente, que é
compartilhar.
Manuela Aquino
No trecho “No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas...” (L 2/3), o termo em destaque tem a sua análise morfossintática descrita em:
pronome relativo/ sujeito.
pronome relativo/objeto direto.
pronome indefinido/ predicativo.
conjunção integrante/objeto indireto.
palavra de realce/vocativo.